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This story was created with Twine and is powered by TiddlyWiki. The Responsive Story Format is by Emmanuel King Turner. Twitter: @stormrose
<b><h2>Difícil ignorar o que se insinua constantemente. Alguns incidentes que despertaram a mente de Nakamura-<i>san</i> para Yukiko.</h2></b>\n\n\n<i><small>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;“Quanto mais eu rezo, mais assombração aparece.” Será mesmo? Ou, inconscientemente,<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;acabamos buscando o que nos tira de nossa zona de conforto?</small></i>\n\n\n<p>Acordar diariamente. Arrumar-me para o colégio. Tomar o café com meus pais e irmão. Sair e me dirigir ao colégio que está relativamente próximo. Entrar, ter aulas, participar dos treinos de natação, almoçar, ter mais aulas. Voltar para casa. Cumprimentar. Tomar um banho. Fazer deveres de casa para as aulas seguintes. Repassar rapidamente o que foi ensinado, apenas para verificar que tudo já foi entendido e aprendido. Jantar com a família. Deitar cedo para dormir... No dia seguinte, começar tudo novamente...</p><p>A vida parece meio sem sentido. Devo fazer isso repetidas vezes por anos a fio. Depois, ir para a universidade, pois é o que esperam de mim. Concluir o curso (que curso mesmo?). Com uma pequena chance, chegar a vivenciar meu sonho profissional (sonho?). Mas o mais provável, como filho mais velho: assumir ao lado do meu pai a empesa da família. Trabalhar. Cumprir o dever. Ser um com a comunidade, em harmonia, sólido, forte, estável, produtivo. Casar, talvez... Ter filhos para dar continuidade ao nosso legado... Envelhecer. Morrer.</p>\n[[>> Continua|Cap. 10.0]]
<p>- <i><div class= "tooltip"> Sumimasen <span class= "tooltiptext"> Desculpe, com licença </span></div></i>, <i>senpai</i>.</p><p>- Uhmmm?!?</p><p>- Os alunos do clube de <i>manga</i> e <i>anime</i> estamos iniciando uma campanha para ajudar as famílias que sofreram perdas significativas com o terremoto de faz três dias na periferia de Tokyo. Vamos fazer um evento no final da semana no auditório com exibição de <i>anime</i>, exposição de <i>manga</i> clássicos e de sua técnica de composição. Também teremos comentários dos <i>anime</i> e da relevância social e histórica do <i>manga</i> em nosso país. Como entrada para o evento, recolheremos provisões para os desabrigados. Então estamos distribuindo esses panfleto-convite.</p><p>- E?!...</p><p>- Peço-lhe que aceite o [[panfleto|Panfleto-convite]] e colabore na divulgação e apoio à atividade que tem o conhecimento e autorização do colégio, <i><div class= "tooltip"> o-negai <span class= "tooltiptext"> por favor </span></div></i>!</p><p>Olhei para ela com um ar de surpresa e desagrado, alternando o olhar entre sua mão segurando minha manga do paletó e a outra com o folheto. Percebendo minha reação, me enfrentou:</p><p>- Qual é seu o problema? Não se sensibiliza com o sofrimento alheio? Temos a obrigação de ser solidários, de ajudar. “O grupo é mais forte do que o indivíduo”, não conhece o ditado? O clube se esforçou muito nos últimos dois dias para montar toda a proposta. Estamos certos de que podemos contribuir para dar algum conforto aos que passaram pelo incidente. Aliás, ninguém está livre de sofrer com os imprevistos da natureza!</p>\n[[>> Continua|Cap. 10.2]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 10.1]]
<p>Na verdade, ela não fazia ideia (nem eu!) de quão acertada tinha sido esta afirmação e de como eu me lembraria dela em mais de uma ocasião significativa de minha vida futura.</p><p>- Acho louvável o espírito de solidariedade. Mas também acho que é desejável respeitar os espaços alheios, <i>ne</i>?! - Falei voltando a olhar para a mão que me retinha. - Você fala demais! E age muito intempestivamente.</p><p>- <i><div class= "tooltip"> Gomen nasai <span class= "tooltiptext"> Desculpe (um uso um pouco mais formal) </span></div></i>, <i>senpai</i>! – se desculpou, sem, contudo, me soltar. E seu olhar, tom de voz e atitude, no entanto, diziam o contrário, que ela não se arrependia por me abordar, me reter... Mais!!! Que ainda considerava arrogante e insensível a minha reação à sua proposta.</p><p>Retirei meu braço, peguei a contragosto o panfleto e segui meu caminho. Que impertinente! Que inconveniente! ... “De onde eu a conhecia? Onde a havia visto antes???” – pensei perturbado, num tom murmurado.</p><p>Sacudi a cabeça como para espantar sua imagem da mente e sua voz dos meus ouvidos. Segui adiante, entrei na sala de aula.</p>\n[[>> Continua|Cap. 10.3]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 10.1.1]]
<p>A manhã transcorreu sem incidentes. Mas pude perceber, no intervalo do almoço, que eles continuavam no pátio, panfletando, instigando os colegas a participarem, defendendo uma causa. E me dei conta de que agiam de forma apaixonada pelo que faziam. Ela tinha uma postura apaixonada... E, por quem? Por pessoas que nem conheciam e que teriam apoio governamental, pois somos um país altamente organizado e treinado para essas situações. Vivemos em área de risco de fenômenos como esses, não podia ser diferente!</p><p>Na hora da saída, fui abordado por um colega que trazia o tal panfleto na mão.</p><p>- Olá, Nakamura-<i>san</i>! Já pegou o seu panfleto? – me perguntou.</p><p>- Miyazaki-<i>san</i>. Fui forçado a pegar um...</p><p>-Nossa, que mau humor! Pois eu acho a iniciativa muito boa. Soube que a proposta para o professor partiu da garota do primeiro ano de cabelos castanhos, sempre presos com algum enfeite gozado.</p><p>- Unmmm?! – não sei bem por que, mas aquela última declaração chamou minha atenção.</p>\n[[>> Continua|Cap. 10.3.1]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 10.2]]
<p>Qual o propósito? Com que motivo tudo isso? Nenhuma emoção. Nenhum desafio. Apenas estar no mundo e fazer o que me cabe. Ser parte da engrenagem. Respeitar a hierarquia, a natureza, ter paciência e resistência, demonstrar autocontrole e autodisciplina, ser reservado – o silêncio é um tesouro, pois “a boca é causa de calamidade” ... Tudo tão cansativo! Tudo tão entediante!</p><p>Acho que quase todas as manhãs, ao me olhar no espelho, pensava nisso. A vida passava ante minha mente. Minha perspectiva de futuro se desenhava diante de mim. Não era nada tão terrível, mas tampouco atraente. Apenas era! E, sabendo-o perfeitamente bem, me vestia e representava meu papel, como tinha que ser. Algo, contudo, estava prestes a mudar. Uma variável se introduziria no meu cotidiano e provocaria uma mudança radical. Eu teria que lidar com o fato de que a certeza, mesmo que tediosa, não estaria mais em questão. E deveria aprender a lidar com o caos, com o imprevisto. Nada mais seria igual. Nada teria esse sabor de segurança sem graça e desapaixonada.</p><p>...</p>\n[[>> Continua|Cap. 10.1]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|10.\tDifícil ignorar o que se insinua constantemente. Alguns incidentes que despertaram a mente de Nakamura-san para Yukiko.]]
<p>À mesa, lendo o jornal da manhã, vi uma reportagem sobre o tremor de relativa intensidade, que havia atingido um dos bairros periféricos de Tokyo, há três dias. Como de hábito, os japoneses estávamos preparados para essas ocorrências e não havia fatalidades. Ainda assim, houve perdas. Não dei importância extrema ao fato. Sabia que o necessário estava sendo feito pelas autoridades locais. Após o café, peguei minha bolsa, me calcei e me despedi, indo para o colégio calmamente. A manhã estava tranquila e agradável, ainda sob os efeitos da primavera. Eu caminhava sozinho e silencioso.</p><p>Quando cheguei ao colégio, vi que havia um burburinho no pátio. Um grupo de alunos havia montado uma mesa e estava distribuindo panfletos. Vi que havia um professor com eles, de modo que a atividade estava aprovada pela direção. Não era nada avesso ao currículo ou algo parecido. Eu não estava particularmente interessado, mas fui abordado por uma garota. Ela me puxou pela manga do paletó, o que me desagradou bastante.</p>\n[[>> Continua|Cap. 10.1.1]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 10.0]]
<p>...</p><p>Esses acontecimentos somados aos vários encontrões no caminho dos vestiários, na piscina, nos corredores, foram tornando quase impossível eu apagar a imagem daquela garota, Hayashi-<i>san</i>, de minha mente. Ela era um constante incômodo que parecia perseguir-me ou ser compelida a se chocar comigo. O que eu não sabia, ainda, era que eu teria um contato muito mais frequente com ela, num território que me era totalmente íntimo e particular. Mais do que isso! Que essa aversão iria se tornar outra coisa e que nos uniria inequivocamente por muitos anos.</p>\n\n[[Voltar ao início do Capítulo|10.\tDifícil ignorar o que se insinua constantemente. Alguns incidentes que despertaram a mente de Nakamura-san para Yukiko.]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 10.5]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]\n\n[[Voltar ao Início|Start]]
<b><h2>Caleidoscópio: fragmentos coloridos de vida</h2></b>
<p>...</p><p>O incidente da campanha foi apenas um dos que me puseram em contato com aquela aluna desconhecida. Isso, antes que eu tivesse o desprazer de saber que ela ficaria bastante conhecida!</p><p>O evento do clube de <i>manga</i> e <i>anime</i> parece ter sido um sucesso. Grande parte dos alunos compareceu e contribuiu, de modo que puderam levar muitos víveres, cobertores, roupas e outros objetos de casa para as centrais de atendimento aos desabrigados. O fato também acabou gerando uma corrente de aprovação para o clube e seus membros. E como, segundo Miyazaki, a tal garota havia sido responsável pela ideia, sua popularidade e aceitação cresceram enormemente. Ouvia elogios a ela por todos os cantos do colégio, inclusive entre os alunos do segundo e terceiro anos. Isso, de alguma maneira, me incomodava. Só não conseguia entender o porquê. Também dificultava meu empenho em não a incluir entre os temas que ocupavam minha mente.</p><p>Algumas semanas mais tarde, eu passava pelo corredor próximo à sala de química, quando ouvi um estrondo e vi alunos correndo porta afora em meio a uma fumaça clara e abundante. Juntei-me a outros colegas do segundo e terceiro anos e uns professores e fomos ver se havia algo em que pudéssemos ajudar. O professor da turma em questão saiu do laboratório tranquilizando seus companheiros e os alunos.</p><p>- Não houve nada sério. Apenas uma reação química que deu errado. Tudo está sob controle. O grupo responsável vai iniciar a limpeza do laboratório para a próxima aula imediatamente. Haverá apenas um pequeno atraso.</p>\n[[>> Continua|Cap. 10.5]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 10.3.1]]
<p>Minha turma teria aula ali a seguir. Senti certa contrariedade, mas não a manifestei. Encostei-me na parede e me pus a aguardar. Após uns quinze minutos, vejo sair do laboratório aquela garota. Estava cheia de fuligem no rosto, no uniforme e nas mãos. Vinha acompanhada daquele seu fiel escudeiro do clube de <i>manga</i> e <i>anime</i>, como sempre! Ele dizia aos colegas que lhes abordavam:</p><p>- Está tudo bem, pessoal! Só misturamos uns componentes errados e tentamos apagar a reação com o extintor. Não sofremos nada. Yukiko-<i>chan</i> está meio cheia de fuligem, mas é só! Sem ferimentos!</p><p>- Só podia ser!!!! Certas pessoas só deveriam participar de determinadas aulas sob supervisão e, ainda assim, como observadores! – disse eu ironicamente, sem levantar a cabeça que mirava o chão do corredor, quando eles passavam.</p><p>- Ora, <i><div class= "tooltip"> senpai <span class= "tooltiptext"> veterano </span></div></i>! Nem todos nascemos tão frios a ponto de evitar princípios de incêndio apenas com nossas presenças! – devolveu a garota de forma acintosa.</p><p>Aquilo realmente me aborreceu! Mais ainda, porque veio acompanhado das risadinhas do tal colega dela, dos alunos da sua turma que a circundavam e de alguns dos meus próprios companheiros. Ela tinha sido muito hábil e rápida em responder, me deixando, por umas frações de segundo, refletindo sobre qual atitude seria a melhor a tomar. Isso foi o suficiente para que passassem adiante e para que o professor nos mandasse entrar no laboratório. Perdi minha chance de réplica, de colocá-la em seu devido lugar.<p><p>...</p>\n[[>> Continua|Cap. 10.6]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 10.4]]
<p>- Pois é! Ela pode até andar com uns tipos esquisitões, ser meio avoada e não ter excelentes notas, mas tem espírito e engajamento social! Não sei quanto a você, mas ela me convenceu a participar!... <i><div class= "tooltip"> Ja, mata ashita <span class= "tooltiptext"> Bom, até amanhã </span></div></i>!</p><p>Aquela imagem me acompanhou, sem que eu o desejasse, na minha volta para casa. Estive calado (mais do que o normal) durante o jantar, pensando a respeito. Não é que o quisesse, mas não conseguia evitar. A iniciativa era louvável. Preocupar-se com totais estranhos, no entanto, escapava à minha razão. E havia o fato de que sentimentos contraditórios me remoíam: se por um lado ela demonstrava solidariedade desinteressada, por outro, se comportava com certo desrespeito pela hierarquia e tendência à intimidade com um desconhecido...</p><p>Deitei-me e, no meio da noite, despertei sabendo finalmente onde a tinha visto antes. Era a garota novata do time de natação, a que tinha levado uma chamada do professor por não estar prestando atenção... Por estar olhando para mim?!?</p><p>...</p>\n[[>> Continua|Cap. 10.4]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 10.3]]
\t\t<b><h2>Caleidoscópio: fragmentos coloridos de vida</h2></b>\n\t\t\t\t\t\t\t<i><font size=+1>Cristina Vergnano</font></i>\n\n\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<img src="imagens/capa-caleidoscopio.png" alt="Protagonistas diante de cenário da ponte <i>Rainbow</i> na baía de Tokyo e a imagem do caleidosópio.">\n\n\n<p>Esta história é minha pequena homenagem aos criadores japoneses de <i>manga</i> e <i>anime</i>, cuja arte atravessa fronteiras e delicia pessoas de todo o mundo.</p><p>Dedico, também, com carinho, o romance <i>Caleidoscópio</i> a duas amigas, Nícia e Chizu. Espero que eu tenha conseguido refletir respeitosamente um pouco de sua cultura e raízes, mesmo que com um saborzinho brasileiro.</p>\n\n[[Ir para "Difícil ignorar o que se insinua constantemente. ..."|10.\tDifícil ignorar o que se insinua constantemente. Alguns incidentes que despertaram a mente de Nakamura-san para Yukiko.]]\n\n[[Notas importantes|Nota importante]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]
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<b><h2>Notas importantes</h2></b>\n<ul type="square">\n<li>Antes que você comece a leitura, gostaria de explicar que os nomes dos personagens do romance estão apresentados segundo a estrutura da língua japonesa. Ou seja: primeiro aparecem os sobrenomes, depois os nomes. Sendo assim, nossos protagonistas, por exemplo, são os jovens: Nakamura Akira e Hayashi Yukiko. Ele, Akira, é o filho mais velho da família Nakamura; ela, Yukiko, a filha mais velha da família Hayashi.<br>Esta opção foi feita para ajudar a criar o clima do drama, nos aproximando um pouquinho mais da cultura e da língua japonesas. O mesmo explica a presença de várias palavras, em especial formas de tratamento e saudações, em japonês ao longo do texto. A única ressalva, aqui, é que foi usado o nosso alfabeto para representar a estrutura fonética desses vocábulos, não os silabários ou ideogramas próprios desse idioma.</li><br>\n<li>A língua japonesa tem vogais que soam mais longas e isso faz diferença em palavras que se escrevam igual e cuja única distinção seja entre uma vogal normal e outra longa. Por exemplo, é o que observamos entre <i>“obaasan”</i> (avó) e <i>“obasan”</i> (tia). Quando transpomos os caracteres japoneses (os silabários <i>hiragana</i> ou <i>katakana</i>) para nosso alfabeto (<i>rōmaji</i>) há formas distintas de marcar essa diferença. Uma delas, talvez a mais simples, é repetir a vogal que se pronuncia de forma mais longa. Foi o que se viu no exemplo anterior, o de <i>“obaasan”</i>. <br>Acontece que, no caso das palavras com “o” longo, o caractere do silabário japonês que se acrescenta à sílaba com a vogal longa é o equivalente ao “u”. Por isso, é comum vermos outra forma de representação com "ou", por exemplo, como em <i>“arigatou”</i> (obrigado). O problema é que isso não deve ser pronunciado como um ditongo “ou”, mas apenas como “oo”.<br>Numa terceira e última forma de representação, até para evitar a tendência errada de pronunciar “o” longo como “ou”, podemos usar um sinal sobre o “o” chamado <i>macron</i> (um tracinho horizontal sobre a vogal e que indica alongamento de sua pronúncia). Esta foi a nossa opção para representar o “o” longo em nossa história. Por isso, quando virem uma palavra como <i>otōsan</i> (pai), leiam <i>“otoosan”</i>, certo?!</li>\n<li>As fotos, vídeos e imagens presentes nos <i>links</i> do romance <i>Caleidoscópio</i> fazem parte desta obra hipertextual e multissemiótica e são, em geral, de minha criação. As imagens de adolescentes, típicas de <i>anime</i>, usadas na composição do <i>folder</i> e da ilustração de abertura, foram adquiridas, com licença plena de uso, na Unity Asset Store e editadas por mim para compor as imagens finais. Agradeço a W. Leite pela elaboração e cessão do vídeo do caleidoscópio, no <i>link</i> do penúltimo capítulo.</li></ul>\n[[Ir para "Difícil ignorar o que se insinua constantemente. ..."|10.\tDifícil ignorar o que se insinua constantemente. Alguns incidentes que despertaram a mente de Nakamura-san para Yukiko.]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]
Uma visita veio de longe. Excitação, novidades e uma provocação.\n\nRevelações inconvenientes. Olhares estrangeiros podem, também, perceber muito.\n\nDois trimestres tumultuados. Entre rechaços, aproximações e estudo.\n\nAcidentes acontecem... Oportunidades de ser herói e heroína.\n\nFinalmente, a coragem para se declarar. Desilusão e uma porta aberta.\n\nSeparados por uma pequena diferença de idade. Alívio ou conflito?\n\nUm momento difícil. O congelamento de um sonho.\n\nAbrem-se portas. Retomam-se sonhos. \n\nMudam-se caminhos. Reinventam-se relações.\n\nEstar para sempre ao seu lado. O fio que levou ao fim do labirinto.\n\nPais de novo. Nasce Kazumi.\n\nNão se combatem as forças da natureza. Uma vida de amor ameaçada.\n\nNossas vidas são como desenhos em um caleidoscópio. A recuperação de Yukiko.\n\nEpílogo. Fecha-se o círculo.\n\n\n\nIntertextualidades em Caleidoscópio \n\n\n[[<<Retorna à página anterior do Sumário|Sumário]]\n\n[[<<Voltar ao Início|Start]]
<i><font size=+1>Cristina Vergnano</font></i>
(Observação: Faça sua leitura no sentido japonês!)\n<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----\n\n<img src="imagens/folder-anime-manga.png" alt="Folder-convite que Yukiko tenta entregar a Akira sobre o evento solidário em favor das vítimas do terremoto.">\n\n[[<< Retoma a leitura do capítulo|Cap. 10.1.1]]
<b><h2>SUMÁRIO</h2></b>\n\n\n[[Início|Start]]\n\n"Palavras da autora"\n\nEra uma vez... uma introdução. A narradora se intromete na história.\n\nDespertando de uma longa noite. Aqui começa (?) a história.\n\nCafé da manhã em família... E ausência.\n\nNasce Akira. A chave para uma mudança.\n\nLindo brilho da aurora. A pequena Kemi-<i>chan</i> vem ao mundo.\n\nMudança de vida é pouco! Yukiko introduz sua versão da história.\n\nDesafios e enfrentamentos. Início da odisseia escolar em Tokyo.\n\nQue garoto estranho!!!! Começa a nascer uma atração.\n\nPrimeiras impressões de Nakamura-<i>kun</i>. Ela é uma garota irritante!\n\n[[Difícil ignorar o que se insinua constantemente. Alguns incidentes que despertaram a mente de Nakamura-<i>kun</i> para Yukiko.|10.\tDifícil ignorar o que se insinua constantemente. Alguns incidentes que despertaram a mente de Nakamura-san para Yukiko.]]\n\nNova mudança. O que já anda ruim pode ficar pior?\n\nNão é possível!!! Quando o destino nos prega a maior das peças...\n\nUm trimestre de tensão. Volta das férias de verão e a caminho da mudança.\n\nMudança e enfrentamento. Começa a aproximação de Akira e Yukiko.\n\n“O prego que se sobressai é o primeiro ser martelado”. Desvelando um pouco do misterioso Akira.\n\nEfeitos da mudança. Algo realmente está começando a se alterar.\n\n[[>> Continua|Sumário b]]\n