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This story was created with Twine and is powered by TiddlyWiki. The Responsive Story Format is by Emmanuel King Turner. Twitter: @stormrose
<p>- Masao-<i>san</i> - dizia minha mãe - acho que não podemos continuar aqui por muito tempo mais. Estamos mal acomodados, as crianças estudam longe e têm que se submeter a deslocamentos cansativos diariamente. Sua situação e a minha tampouco são mais confortáveis.</p><p>- Sei bem de tudo isso, Shizuka-<i>chan</i>, mas não gosto da ideia de importunar os outros.</p><p>- Você sabe que não se trata de importunar! Já lhe expliquei. Conheço Rin-<i>chan</i> desde pequena. Éramos amigas inseparáveis, como irmãs. E não seria nenhum favor. Estaríamos alugando uma casa melhor e mais bem localizada.</p><p>- Eu sei! Entendi o que você explicou... No entanto...</p><p>- E ainda há a oportunidade de sermos úteis a eles. Pelo que Rin-<i>chan</i> me contou, eles foram bastante afetados pela crise, em especial pelas perdas provocadas após o recente <i><div class= "tooltip"> tsunami <span class= "tooltiptext"> maremoto </span></div></i>. E veja bem que foi muito difícil para ela admiti-lo, ter comigo uma conversa de tema tão privado. Sinto-me na obrigação moral de ir em seu auxílio de alguma maneira.</p><p>- Que seja, então! Os Nakamura são boa gente. Ainda me lembro de acompanhá-la ao casamento de sua amiga. Fomos muito bem recebidos, tratados com toda consideração. Creio que essa ajuda mútua acabará sendo favorável para todos nós. De qualquer maneira, isso não poderá ocorrer de imediato. Teremos que ficar aqui até o final do ano, quando termina o prazo do contrato de aluguel provisório que fizemos.</p><p>- Certo. Vamos aguardar um pouco mais. Porém, deverei me encontrar com Rin-<i>chan</i> em breve. Para essa época quero lhe dar uma resposta.</p><p>...</p>\n[[>> Continua|Cap. 11.5]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 11.4]]
<p>- Ah, não se aborreça, Yukiko-<i>chan</i>! Também acho sua atitude insuportável, mas não sou cega! E, além do mais, me considero uma garota de bom gosto...</p><p>- Aff! Bom gosto?!!!!... E vamos parar de falar nesse traste e estudar! As provas acabaram, mas o ano letivo não. Fico feliz por não precisar frequentar o curso de recuperação de verão. No entanto, tenho certeza de que os próximos trimestres e as provas finais serão bem piores. O descanso das férias de verão será um alívio! E o melhor é que não precisarei olhar para Nakamura-<i>senpai</i> por várias semanas!</p><p>- Ãh-ham... – murmurou Chihiro com uma piscadela maliciosa!</p><p>Fechei a cara e cortei abruptamente a conversa. Ele me aborrecia tanto!... Tenho que admitir, contudo, que continuava fascinada com algo que não conseguia discernir, nem explicar. Procurei afastar essas ideias da cabeça o quanto antes, mas elas insistiam em se insinuar vez por outra, me deixando entre zangada e desconcertada. Apenas fingi que estava concentrada nos livros e não toquei mais no tema.</p><p>No final da tarde, nos despedimos prometendo manter contato nas longas férias de verão. Infelizmente, não havia espaço em casa para recebê-la, mas talvez conseguíssemos marcar um passeio juntas.</p><p>...</p>\n[[>> Continua|Cap. 11.2]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 11.1]]
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<p>...</p>\n<p>Os Nakamura?!? Pensei enquanto sentia gelar minha espinha. Não pode ser!!!! Tem que ser só coincidência. Só me faltaria agora estar mais perto ainda da minha nêmese!</p><p>A simples ideia de que isso pudesse ser verdade me assustava. Mas, lá no fundo, havia outro sentimento que me apavorava ainda mais e sobre o qual nem queria pensar! Havia certa curiosidade, certa expectativa ante a situação. E eu não conseguia me entender! O resultado desse conflito foi uma noite péssima e uma manhã devastadora no colégio. E, claro, esse era apenas o início...</p>\n\n[[Voltar ao início do Capítulo| 11.\tNova mudança. O que já anda ruim pode ficar pior?]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 11.4.1]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]\n\n[[Voltar ao Início|Start]]
<p>...</p><p>Se o dia havia começado mal, acabaria ainda pior. Cheguei em casa e encontrei meus pais com ares preocupados. Não quiseram discutir o assunto comigo ou meu irmão, mas sabia que algo estava para acontecer.</p><p>Depois do jantar, ajudei com as tarefas da cozinha e fui para a cama. Não conseguia conciliar o sono. Em parte, a imagem de Nakamura-<i>senpai</i> me assombrava com seu olhar frio e rosto vidrado. Por outro lado, a tensão que havia no ar entre meus pais quando voltei para casa tampouco saía da memória, suscitando minha imaginação em direção aos piores cenários. Por isso mesmo, pude acompanhar sua conversa sussurrada, quando pensavam que estávamos ambos, meu irmão e eu, adormecidos.</p>\n[[>> Continua|Cap. 11.4.1]]\n\n[[<< Retorna à pagina anterior|Cap. 11.3.1]]
<p>...</p><p>As aulas retornaram e a rotina corrida também, com os deslocamentos a pé e em metrô até o colégio, as tarefas de casa e dos estudos. Eu tinha quase apagado da minha mente a impressão incômoda de Nakamura-<i>senpai</i>, quando voltei a esbarrar nele, num dos corredores, indo para o clube de <i>manga</i> e <i>anime</i> com meus colegas.</p><p>Discutíamos roteiros premiados de <i><div class= "tooltip"> anime <span class= "tooltiptext"> desenhos animados japoneses </span></div></i> do ano anterior e como eles podiam inspirar algum de nossos projetos. Estávamos tão distraídos que nem percebemos que ocupávamos praticamente toda a largura do corredor. Eu ia andando meio na diagonal, com a cabeça voltada para trás, argumentando, não me lembro bem o que, com Yamamoto-<i>kun</i>. Só ouvi quando ele gritou meu nome – Yukiko-<i>chan</i>, cuid...! – dei a volta e me choquei com um Nakamura-<i>senpai</i> muito sério, cujo olhar parecia faíscar, embora os músculos de sua face se mantivessem firmes como a máscara de sempre.</p>\n[[>> Continua|Cap. 11.3.1]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 11.2]]
<b><h2>Caleidoscópio: fragmentos coloridos de vida</h2></b>
<p>...</p><p>- Pois é! Topei com ele novamente esta manhã antes do treino. Eu estava saindo atrasada do vestiário e, literalmente, nos trombamos! "Também, quem manda andar assim tão devagar!!! Olhando por cima de todos, como algum deus! Uhrrrr!!!!" – falava comigo mesma, no horário livre de estudo, mas de forma bastante audível.</p><p>-... Acho que você anda com fixação no Nakamura-<i>kun</i>, <i><div class= "tooltip"> ne <span class= "tooltiptext"> partícula de confirmação </span></div></i>, Yukiko-<i>chan</i>?!? – me disse Watanabe Chihiro, uma colega de turma que se estava tornando minha melhor amiga em Tokyo desde que cheguei e se sentava ao meu lado.</p><p>- Eu o quê?!? – rebati furiosa. Não estou com fixação, nada!!!! Apenas me parece que estou amaldiçoada, pois onde chego ele sempre aparece. Aquele arrogante sem expressão!!!!</p><p>- Não consigo entender por que gasta tanto tempo falando (ou pensando) nele. Você diz que ele é arrogante, que se sente superior. Mas, de fato, se for honesta consigo mesma, vai ter que admitir que suas notas são estupendas sempre, que ele é um tremendo atleta e é lindo!</p><p>- Até você, Chihiro-<i>chan</i>????!!!!</p>\n[[>> Continua|Cap. 11.1.1]]\n\n[[<< Retorna à página anterior| 11.\tNova mudança. O que já anda ruim pode ficar pior?]]
<p>...</p>\n<p>As férias foram tranquilas. Tokyo tinha lugares muito interessantes para visitar. Também tive que ajudar minha mãe, acompanhar Yoshi e manter minimamente minhas matérias em dia. Apesar de que, para ser bem sincera, gastei a maior parte do tempo com os projetos de <i>manga</i> e em contato com Yamamoto-<i>kun</i> e o grupo do Clube por mensagens trocadas com nossos <i><div class= "tooltip"> keitai <span class= "tooltiptext"> forma abreviada para telefone portátil. </span></div></i>.</p><p>...</p>\n[[>> Continua|Cap. 11.3]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 11.1.1]]
\t\t<b><h2>Caleidoscópio: fragmentos coloridos de vida</h2></b>\n\t\t\t\t\t\t\t<i><font size=+1>Cristina Vergnano</font></i>\n\n\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<img src="imagens/capa-caleidoscopio.png" alt="Protagonistas diante de cenário da ponte <i>Rainbow</i> na baía de Tokyo e a imagem do caleidosópio.">\n\n\n<p>Esta história é minha pequena homenagem aos criadores japoneses de <i>manga</i> e <i>anime</i>, cuja arte atravessa fronteiras e delicia pessoas de todo o mundo.</p><p>Dedico, também, com carinho, o romance <i>Caleidoscópio</i> a duas amigas, Nícia e Chizu. Espero que eu tenha conseguido refletir respeitosamente um pouco de sua cultura e raízes, mesmo que com um saborzinho brasileiro.</p>\n\n[[Ir para "Nova mudança. ..."| 11.\tNova mudança. O que já anda ruim pode ficar pior?]]\n\n[[Notas importantes|Nota importante]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]
<b><h2>Nova mudança. O que já anda ruim pode ficar pior?</h2></b>\n\n\n<i><small> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Dizem que nada é tão ruim que não possa piorar... Até<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;que ponto nossa visão pessimista, porém, está certa?!?</small></i>\n\n\n<p>Três meses se passaram naquele ano letivo. Estávamos prestes a iniciar as férias de verão depois dos exames parciais. Aliás, um descanso merecido. Eu já havia me acostumado a Tokyo, sua correria de grande metrópole, e à escola. As aulas iam caminhando, as provas tinham sido exaustivas, mas os resultados, minimamente satisfatórios e as atividades no clube eram um refrigério muito bem-vindo. Só não conseguia acostumar-me a Nakamura-<i>senpai</i>.</p><p>Vocês se perguntarão:</p><p> - Mas ele não está no segundo ano e você no primeiro, Yukiko-<i>san</i>?</p><p><i><div class= "tooltip"> Hai <span class= "tooltiptext"> Sim </span></div></i>, <i>hai</i>... Não precisamos compartilhar as mesmas aulas, nem sala. No entanto, parecia que alguém havia conectado um imã perverso em nós, ou nos atado com um fio mágico. Volta e meia eu topava com ele em algum lugar do colégio, em especial quando havia aulas de natação. E o pior é que, às vezes, esse topar era real e físico. Nessas ocasiões, eu só conseguia receber aquele olhar gelado em retorno. Havia, no entanto, algo além!... Para mim, sua inexpressividade dizia alguma coisa. Sei lá... Sentia-me entre intrigada e furiosa!</p><p>...</p>\n[[>> Continua|Cap. 11.1]]
Uma visita veio de longe. Excitação, novidades e uma provocação.\n\nRevelações inconvenientes. Olhares estrangeiros podem, também, perceber muito.\n\nDois trimestres tumultuados. Entre rechaços, aproximações e estudo.\n\nAcidentes acontecem... Oportunidades de ser herói e heroína.\n\nFinalmente, a coragem para se declarar. Desilusão e uma porta aberta.\n\nSeparados por uma pequena diferença de idade. Alívio ou conflito?\n\nUm momento difícil. O congelamento de um sonho.\n\nAbrem-se portas. Retomam-se sonhos. \n\nMudam-se caminhos. Reinventam-se relações.\n\nEstar para sempre ao seu lado. O fio que levou ao fim do labirinto.\n\nPais de novo. Nasce Kazumi.\n\nNão se combatem as forças da natureza. Uma vida de amor ameaçada.\n\nNossas vidas são como desenhos em um caleidoscópio. A recuperação de Yukiko.\n\nEpílogo. Fecha-se o círculo.\n\n\nIntertextualidades em Caleidoscópio\n\n\n[[<<Retorna à página anterior do Sumário|Sumário]]\n\n[[<<Voltar ao Início|Start]]
<b><h2>Notas importantes</h2></b>\n<ul type="square">\n<li>Antes que você comece a leitura, gostaria de explicar que os nomes dos personagens do romance estão apresentados segundo a estrutura da língua japonesa. Ou seja: primeiro aparecem os sobrenomes, depois os nomes. Sendo assim, nossos protagonistas, por exemplo, são os jovens: Nakamura Akira e Hayashi Yukiko. Ele, Akira, é o filho mais velho da família Nakamura; ela, Yukiko, a filha mais velha da família Hayashi.<br>Esta opção foi feita para ajudar a criar o clima do drama, nos aproximando um pouquinho mais da cultura e da língua japonesas. O mesmo explica a presença de várias palavras, em especial formas de tratamento e saudações, em japonês ao longo do texto. A única ressalva, aqui, é que foi usado o nosso alfabeto para representar a estrutura fonética desses vocábulos, não os silabários ou ideogramas próprios desse idioma.</li><br>\n<li>A língua japonesa tem vogais que soam mais longas e isso faz diferença em palavras que se escrevam igual e cuja única distinção seja entre uma vogal normal e outra longa. Por exemplo, é o que observamos entre <i>“obaasan”</i> (avó) e <i>“obasan”</i> (tia). Quando transpomos os caracteres japoneses (os silabários <i>hiragana</i> ou <i>katakana</i>) para nosso alfabeto (<i>rōmaji</i>) há formas distintas de marcar essa diferença. Uma delas, talvez a mais simples, é repetir a vogal que se pronuncia de forma mais longa. Foi o que se viu no exemplo anterior, o de <i>“obaasan”</i>. <br>Acontece que, no caso das palavras com “o” longo, o caractere do silabário japonês que se acrescenta à sílaba com a vogal longa é o equivalente ao “u”. Por isso, é comum vermos outra forma de representação com "ou", por exemplo, como em <i>“arigatou”</i> (obrigado). O problema é que isso não deve ser pronunciado como um ditongo “ou”, mas apenas como “oo”.<br>Numa terceira e última forma de representação, até para evitar a tendência errada de pronunciar “o” longo como “ou”, podemos usar um sinal sobre o “o” chamado <i>macron</i> (um tracinho horizontal sobre a vogal e que indica alongamento de sua pronúncia). Esta foi a nossa opção para representar o “o” longo em nossa história. Por isso, quando virem uma palavra como <i>otōsan</i> (pai), leiam <i>“otoosan”</i>, certo?!</li>\n<li>As fotos, vídeos e imagens presentes nos <i>links</i> do romance <i>Caleidoscópio</i> fazem parte desta obra hipertextual e multissemiótica e são, em geral, de minha criação. As imagens de adolescentes, típicas de <i>anime</i>, usadas na composição do <i>folder</i> e da ilustração de abertura, foram adquiridas, com licença plena de uso, na Unity Asset Store e editadas por mim para compor as imagens finais. Agradeço a W. Leite pela elaboração e cessão do vídeo do caleidoscópio, no <i>link</i> do penúltimo capítulo.</li></ul>\n[[Ir para "Nova mudança. ..."| 11.\tNova mudança. O que já anda ruim pode ficar pior?]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]
<p>- <i><div class= "tooltip"> Gomen nasai <span class= "tooltiptext"> Desculpe </span></div></i>... – me desculpei baixinho.</p><p>Ele apenas respondeu, sem alterar a voz:</p><p>- Foi um verão tremendamente tranquilo...</p><p>Contornou-nos e seguiu em frente sem sequer nos olhar, ou dar atenção ao meu pedido de desculpas.</p><p>- Nossa!!! Esse cara é impressionante!!!! – pude ouvir Yamamoto-<i>kun</i> comentar entre brincalhão e sarcástico.</p><p>Sacudi a cabeça, tentei espantar o mal-estar que começava a se insinuar na minha mente, uma sensação que me havia acompanhado por todo o primeiro trimestre e da qual eu acreditava ter me livrado com as férias. Mas, ao que parecia, ainda haveria muito desse sentimento com o que lidar.</p> <p>...</p>\n[[>> Continua|Cap. 11.4]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 11.3]]
<i><font size=+1>Cristina Vergnano</font></i>
<b><h2>SUMÁRIO</h2></b>\n\n\n[[Início|Start]]\n\n"Palavras da autora"\n\nEra uma vez... uma introdução. A narradora se intromete na história.\n\nDespertando de uma longa noite. Aqui começa (?) a história.\n\nCafé da manhã em família... E ausência.\n\nNasce Akira. A chave para uma mudança.\n\nLindo brilho da aurora. A pequena Kemi-<i>chan</i> vem ao mundo.\n\nMudança de vida é pouco! Yukiko introduz sua versão da história.\n\nDesafios e enfrentamentos. Início da odisseia escolar em Tokyo.\n\nQue garoto estranho!!!! Começa a nascer uma atração.\n\nPrimeiras impressões de Nakamura-<i>kun</i>. Ela é uma garota irritante!\n\nDifícil ignorar o que se insinua constantemente. Alguns incidentes que despertaram a mente de Nakamura-<i>kun</i> para Yukiko.\n\n[[Nova mudança. O que já anda ruim pode ficar pior?| 11.\tNova mudança. O que já anda ruim pode ficar pior?]]\n\nNão é possível!!! Quando o destino nos prega a maior das peças...\n\nUm trimestre de tensão. Volta das férias de verão e a caminho da mudança.\n\nMudança e enfrentamento. Começa a aproximação de Akira e Yukiko.\n\n“O prego que se sobressai é o primeiro ser martelado”. Desvelando um pouco do misterioso Akira.\n\nEfeitos da mudança. Algo realmente está começando a se alterar.\n\n[[>> Continua|Sumário b]]\n