<body>\n<table> <table border=1>\n<tr bgcolor=#FFFFE0>\n<td>\n<p>- Vamos, senhor futuro diretor de <i>anime</i>! Estamos quase atrasados... E não vamos querer levar uma reprimenda justo antes do recesso das festas, <i>ne</i>?! – piscou Yukiko novamente, puxando-me pela mão.</p><p>Senti um arrepio na espinha e, de repente, descobri o motivo da nostalgia. Seriam 10 dias <b>sem ela</b>! Eu poderia tentar me declarar, mas (não sei bem o motivo), achava que não deveria fazê-lo. Uma intuição...</p><p>Agora, no final da tarde, vendo-a assim tão irritada com Nakamura-<i>senpai</i>, creio que minha intuição foi acertada. Eu podia estar enganado (e esperava ardentemente que assim o fosse), mas tinha a impressão de que essa aversão devia ser entendida como outra coisa. Estava mais para paixão! Acho que eu jamais teria chance contra ele... embora... a esperança seja a última que morre...</p>\n</td>\n</tr>\n<tr>\n<td>\n[[<< Retoma a leitura do capítulo|Cap. 13.1.1]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|O segredo de Yamamoto]]\n</tr>\n</td>\n</table>\n</body>
/* Tooltip container */\n.tooltip {\n position: relative;\n display: inline-block;\n border-bottom: 2px dotted blue; /* If you want dots under the hoverable text */\n}\n\n/* Tooltip text */\n.tooltip .tooltiptext {\n visibility: hidden;\n width: 120px;\n background-color: #555;\n color: #fff;\n text-align: center;\n padding: 5px 0;\n border-radius: 6px;\n\n /* Position the tooltip text */\n position: absolute;\n z-index: 1;\n bottom: 125%;\n left: 50%;\n margin-left: -60px;\n\n /* Fade in tooltip */\n opacity: 0;\n transition: opacity 0.3s;\n}\n\n/* Tooltip arrow */\n.tooltip .tooltiptext::after {\n content: "";\n position: absolute;\n top: 100%;\n left: 50%;\n margin-left: -5px;\n border-width: 5px;\n border-style: solid;\n border-color: #555 transparent transparent transparent;\n}\n\n/* Show the tooltip text when you mouse over the tooltip container */\n.tooltip:hover .tooltiptext {\n visibility: visible;\n opacity: 1;\n}\n
<p>- Ele disse isso? Sério?! Deve ser uma vitória! Ele conseguiu fazer uma quase piada!!!! – riu divertido Yamamoto.</p><p>- Isso é sério! Não brinque com ela, nem a provoque mais, ok?! – observou Chihiro.</p><p>- <i>Gomen</i>! – se desculpou o rapaz com uma leve reverência, mas um sorrisinho disfarçado nos lábios.</p><p>- Não tem graça, Yamamoto-<i>kun</i>! Ele foi grosseiro. Além do mais, disse isso, apanhou a tal garrafa que nem se abriu nem nada, deu meia volta e seguiu por onde tinha vindo sem mais comentários! Eu não pude sequer revidar!... Que ódio!!!!</p><p>Ao falar isso, pegou suas coisas, que estavam no banco ao lado de Chihiro e completou: “- Vamos!”, saindo em direção ao portão do colégio. A moça deu de ombros e a seguiu, chamando com um aceno Yamamoto. Este apenas comentou com a colega baixinho:</p><p>- Esses dois!... Pode escrever o que eu digo: INFELIZMENTE, há algo aí! ([[e pôs bastante ênfase no “infelizmente”|O segredo de Yamamoto]].)</p><p>...</p>\n[[>> Continua|Cap. 13.2]]\n\n[[<< retorna à página anterior|Cap. 13.1]]
<b><h2>Caleidoscópio: fragmentos coloridos de vida</h2></b>
<b><h2>Um trimestre de tensão. Volta das férias de verão e a caminho da mudança.</h2></b>\n\n\n<i> <small> Os dois lados de uma moeda são indivisíveis e formam<br> o todo da moeda, mesmo que ela não tenha consciência disso.</small></i>\n\n\n<p>Queridas leitoras e queridos leitores, volto a tomar a palavra por um momento. Como vocês, venho acompanhando as reflexões e embates de nossos jovens protagonistas. Para mim, pessoalmente, eles já estão nutrindo algo mais do que simples repulsa. Mas, claro, fica difícil afirmá-lo sem entrar em suas cabeças.</p><p>O trimestre passou voando para ambos, com muito estudo e atividades. Uma coisa posso afirmar: eles procuraram se evitar ao máximo. E, para mim, pareciam corroídos pela dúvida, assolados por uma ansiedade constante. “Seriam os Nakamura e os Hayashi, respectivamente, as famílias de um e da outra?” Acho que temiam que sim e, ao mesmo tempo, tentavam dizer a si mesmos que seria muita coincidência, que não valia a pena se preocupar.</p>\n[[>> Continua|Cap. 13.0]]
\t\t<b><h2>Caleidoscópio: fragmentos coloridos de vida</h2></b>\n\t\t\t\t\t\t\t<i><font size=+1>Cristina Vergnano</font></i>\n\n\n <img src="imagens/capa-caleidoscopio.png" alt="Protagonistas diante de cenário da ponte <i>Rainbow</i> na baía de Tokyo e a imagem do caleidosópio.">\n\n\n<p>Esta história é minha pequena homenagem aos criadores japoneses de <i>manga</i> e <i>anime</i>, cuja arte atravessa fronteiras e delicia pessoas de todo o mundo.</p><p>Dedico, também, com carinho, o romance <i>Caleidoscópio</i> a duas amigas, Nícia e Chizu. Espero que eu tenha conseguido refletir respeitosamente um pouco de sua cultura e raízes, mesmo que com um saborzinho brasileiro.</p>\n\n[[Ir para "Um trimestre de tensão. ..."| 13.\tUm trimestre de tensão. Volta das férias de verão e a caminho da mudança.]]\n\n[[Notas importantes|Nota importante]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]
Uma visita veio de longe. Excitação, novidades e uma provocação.\n\nRevelações inconvenientes. Olhares estrangeiros podem, também, perceber muito.\n\nDois trimestres tumultuados. Entre rechaços, aproximações e estudo.\n\nAcidentes acontecem... Oportunidades de ser herói e heroína.\n\nFinalmente, a coragem para se declarar. Desilusão e uma porta aberta.\n\nSeparados por uma pequena diferença de idade. Alívio ou conflito?\n\nUm momento difícil. O congelamento de um sonho.\n\nAbrem-se portas. Retomam-se sonhos.\n\nMudam-se caminhos. Reinventam-se relações.\n\nEstar para sempre ao seu lado. O fio que levou ao fim do labirinto.\n\nPais de novo. Nasce Kazumi.\n\nNão se combatem as forças da natureza. Uma vida de amor ameaçada.\n\nNossas vidas são como desenhos em um caleidoscópio. A recuperação de Yukiko.\n\nEpílogo. Fecha-se o círculo.\n\n\nIntertextualidades em Caleidoscópio\n\n\n[[<<Retorna à página anterior do Sumário|Sumário]]\n\n[[<<Voltar ao Início|Start]]
<b><h2>Notas importantes</h2></b>\n<ul type="square">\n<li>Antes que você comece a leitura, gostaria de explicar que os nomes dos personagens do romance estão apresentados segundo a estrutura da língua japonesa. Ou seja: primeiro aparecem os sobrenomes, depois os nomes. Sendo assim, nossos protagonistas, por exemplo, são os jovens: Nakamura Akira e Hayashi Yukiko. Ele, Akira, é o filho mais velho da família Nakamura; ela, Yukiko, a filha mais velha da família Hayashi.<br>Esta opção foi feita para ajudar a criar o clima do drama, nos aproximando um pouquinho mais da cultura e da língua japonesas. O mesmo explica a presença de várias palavras, em especial formas de tratamento e saudações, em japonês ao longo do texto. A única ressalva, aqui, é que foi usado o nosso alfabeto para representar a estrutura fonética desses vocábulos, não os silabários ou ideogramas próprios desse idioma.</li><br>\n<li>A língua japonesa tem vogais que soam mais longas e isso faz diferença em palavras que se escrevam igual e cuja única distinção seja entre uma vogal normal e outra longa. Por exemplo, é o que observamos entre <i>“obaasan”</i> (avó) e <i>“obasan”</i> (tia). Quando transpomos os caracteres japoneses (os silabários <i>hiragana</i> ou <i>katakana</i>) para nosso alfabeto (<i>rōmaji</i>) há formas distintas de marcar essa diferença. Uma delas, talvez a mais simples, é repetir a vogal que se pronuncia de forma mais longa. Foi o que se viu no exemplo anterior, o de <i>“obaasan”</i>. <br>Acontece que, no caso das palavras com “o” longo, o caractere do silabário japonês que se acrescenta à sílaba com a vogal longa é o equivalente ao “u”. Por isso, é comum vermos outra forma de representação com "ou", por exemplo, como em <i>“arigatou”</i> (obrigado). O problema é que isso não deve ser pronunciado como um ditongo “ou”, mas apenas como “oo”.<br>Numa terceira e última forma de representação, até para evitar a tendência errada de pronunciar “o” longo como “ou”, podemos usar um sinal sobre o “o” chamado <i>macron</i> (um tracinho horizontal sobre a vogal e que indica alongamento de sua pronúncia). Esta foi a nossa opção para representar o “o” longo em nossa história. Por isso, quando virem uma palavra como <i>otōsan</i> (pai), leiam <i>“otoosan”</i>, certo?!</li>\n<li>As fotos, vídeos e imagens presentes nos <i>links</i> do romance <i>Caleidoscópio</i> fazem parte desta obra hipertextual e multissemiótica e são, em geral, de minha criação. As imagens de adolescentes, típicas de <i>anime</i>, usadas na composição do <i>folder</i> e da ilustração de abertura, foram adquiridas, com licença plena de uso, na Unity Asset Store e editadas por mim para compor as imagens finais. Agradeço a W. Leite pela elaboração e cessão do vídeo do caleidoscópio, no <i>link</i> do penúltimo capítulo.</li></ul>\n[[Ir para "Um trimestre de tensão. ..."| 13.\tUm trimestre de tensão. Volta das férias de verão e a caminho da mudança.]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]
<p>Pegou suas coisas e se preparou para sair.</p><p>- Ei! Vamos sair, os colegas todos, para comer algo depois da aula hoje. Quer vir? – lhe perguntou Miyazaki.</p><p>- Hoje não, <i><div class= "tooltip"> dōmo <span class= "tooltiptext"> versão simples e informal de " obrigado" </span></div></i>. Tenho que ir para casa.</p><p>- Nem sei por que pergunto... Você nunca vai mesmo! Não gosta de socializar, <i><div class= "tooltip"> ne <span class= "tooltiptext"> partícula de confirmação </span></div></i>?!- rebateu o colega.</p><p>Ele percebeu que precisava desfazer essa impressão. Não era adequado se destacar assim, nem rejeitar o grupo. Ademais, com seu desempenho escolar, poderia se configurar como um ato declarado de arrogância e ainda estudaria com eles por mais um ano.</p><p>- <i><div class= "tooltip"> Iie <span class= "tooltiptext"> Não </span></div></i>! Não é isso. Sério! Hoje preciso voltar cedo. Mas participarei da despedida antes das férias de Ano Novo, ok?! Será no final desta semana, certo?!</p><p>- <i><div class= "tooltip"> Hai <span class= "tooltiptext"> Sim </span></div></i>! Combinado, então. <i><div class= "tooltip"> Ja ne <span class= "tooltiptext"> Até mais! (expressão bem coloquial) </span></div></i>! – Mas Miyazaki não parecia muito convencido de que o colega participaria de fato. Talvez fosse só uma desculpa para se livrar da insistência naquele momento.</p><p>...</p>\n[[>> Continua|Cap. 13.3]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 13.2]]
<body>\n<table> <table border=1>\n<tr bgcolor=#FFFFE0>\n<td>\n<p>“INFELIZMENTE, há algo aí!”...</p>\n<p>Esta afirmação me levou ao passado recente, a algumas horas atrás, antes de vir para o colégio. Obrigou-me a pensar na estranha sensação que me acompanhou por todo o dia...</p><p>Acordei de manhã com uma certa nostalgia... No início não sabia bem por quê. Afinal, íamos entrar no recesso das festas de Natal e Ano Novo. Isso significava poder descansar um pouco e tirar o gosto meio amargo que os exames tinham deixado em mim... (Com certeza eu deveria ter estudado mais!!!!)</p><p>Eu nem era tão fã do colégio a ponto de sentir tristeza pelo recesso! E, de qualquer forma, eram apenas uns 10 dias! Por que, então, me sentia assim, meio triste?</p><p>Ia pensando sobre isso quando cheguei ao colégio e <b>a</b> vi conversando com Chihiro, no portão de entrada. Sem conseguir controlar o impulso, acelerei o passo, acenando, e acabei tropeçando!</p><p>-Yamamoto-<i>kun</i>! Quer entrar no colégio voando?!? – ouvi a voz sonora de Yukiko-<i>chan</i>, que fez a brincadeira a respeito do meu tropeção com um belo sorriso e uma piscadela.</p><p>- Errr... Foi mal! – sorri embaraçado, olhando para o chão e coçando a cabeça.</p>\n</td>\n</tr>\n<tr>\n<td>\n[[>> Continua|O segredo de Yamamoto 2]]\n\n[[<< Retoma a leitura do capítulo|Cap. 13.1.1]]\n</tr>\n</td>\n</table>\n</body>
<i><font size=+1>Cristina Vergnano</font></i>
<p>...</p><p>Em outra parte do colégio, um rapaz sisudo caminhava com uma garrafa na mão em direção à sala de aula, a fim de buscar suas coisas.</p><p> - O que houve, Nakamura-<i>san</i>? Que bicho mordeu você? – lhe perguntou Miyazaki.</p><p>- Acabo de me encontrar, novamente, com aquela garota desastrada do primeiro ano, a tal que entrou este ano para a equipe de natação.</p><p>- Ah, sim, Hayashi-<i>san</i>, certo?! Ela até que é bonitinha... Estranha, andando com aquele povo do <i>anime</i>, desastrada, mas bonitinha! E tem boas ideias e iniciativa, é preciso admitir!</p><p>- Que bonitinha, que nada, Miyazaki-<i>san</i>! Um pesadelo, isso sim!!!!</p><p>- Ora, ora!!!! Nakamura-<i>san</i>!!!!! Em dois anos, esta é a primeira vez que me lembro de vê-lo algo alterado. Nenhuma circunstância e, principalmente, nenhuma garota provocou jamais tal reação em você! O que está acontecendo?</p><p>- Reação? Que reação?!? Não há reação alguma aqui! Apenas é fato que ela só provoca acidentes e, com grande frequência, me envolve neles! – rebateu Akira com um tom aborrecido, mas sem muita mudança de expressão, tentando se controlar.</p>\n[[>> Continua|Cap. 13.2.1]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 13.1.1]]
<p>...</p><p>- Odeio esse cara!!!!! – veio dizendo Yukiko entre dentes, com o rosto meio úmido de lágrimas.</p><p>- O que houve? – perguntou, sinceramente preocupada, a amiga.</p><p>- Eu saí da sala dos professores, depois de devolver o livro e vinha muito tranquila pelo corredor, quando encontrei com Nakamura-<i>senpai</i>. Já não tinha o desprazer desde antes dos exames.</p><p>- E o que houve desta vez??? – perguntou Yamamoto com um suspiro.</p><p>- Ele parece que me viu passar com o livro antes e, como o fiz derramar uma garrafa que levava, me olhou e teve a ousadia de me dizer algo como: “Tem certeza de que aproveitou o livro e conseguiu devolvê-lo intacto? Afinal, você parece ter muita dificuldade para se afastar de desastres!”</p>\n[[>> Continua|Cap. 13.1.1]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 13.0]]
<p>Considerando que estudavam em anos distintos, não era sempre que se viam. Ainda assim, o colégio era grande, mas nem tanto. Por isso mesmo, os encontros acabavam sendo mais frequentes do que o desejado.</p><p>Estavam quase chegando as férias curtas das festas de final de ano. As provas daquele período haviam terminado e encontramos Yamamoto e Chihiro sentados no pátio interno, aguardando a chegada de Yukiko, que havia passado na sala dos professores a fim de devolver um livro ao <i><div class= "tooltip"> sensei <span class= "tooltiptext"> professor </span></div></i>.</p><p> - Uffa! Foi uma semana pesada! As provas estavam bem difíceis – comentou Chihiro.</p><p>- Se estavam!!! Temo que não me tenha saído tão bem quanto queria. Deveria ter estudado mais. O que acontece é que estava finalizando o <i><div class= "tooltip"> storyboard <span class= "tooltiptext"> esboço sequencial com organizadores gráficos para pré-visualizar um filme ou um desenho animado </span></div></i> de um <i>anime</i> e me sentia turbinado! Não conseguia pensar em outra coisa!!! – comentou Yamamoto sorrindo.</p><p>- Ah! Aí vem ela! Que demora!!!! – acenou Chihiro.</p><p>- Aconteceu algo! Ela está com o rosto meio transtornado, não lhe parece, Chihiro-<i>chan</i>? - perguntou preocupado Yamamoto</p><p>- Eeeh?!...</p><p>...</p>\n[[>> Continua|Cap. 13.1]]\n\n[[<< Retorna à página anterior| 13.\tUm trimestre de tensão. Volta das férias de verão e a caminho da mudança.]]
<p>...</p><p>A sexta-feira chegou e os colegas se despediram para o recesso de 10 dias pelo período de Natal e Ano Novo. Akira estava apreensivo. Mesmo durante a confraternização de turma, não conseguia esquecer que entre Natal e Ano Novo saberia, finalmente, se os Hayashi que ocupariam a casa ao lado eram ou não a família daquela garota, Hayashi Yukiko-<i>san</i>.</p><p>Yukiko, por sua vez, também não conseguia tirar essa ideia da cabeça. Não comentou nada com Yamamoto ou Chihiro. Os dois, no entanto, pressentiam que algo ia mal. A amiga estava meio distante, mais avoada do que o normal e nada alegre. Havia uma sombra pairando sobre ela durante a reunião de despedida de trimestre do clube de <i>manga</i> e <i>anime</i>.</p>\n\n[[Voltar ao início do Capítulo| 13.\tUm trimestre de tensão. Volta das férias de verão e a caminho da mudança.]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 13.2.1]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]\n\n[[Voltar ao Início|Start]]
<b><h2>SUMÁRIO</h2></b>\n\n\n[[Início|Start]]\n\n"Palavras da autora"\n\nEra uma vez... uma introdução. A narradora se intromete na história.\n\nDespertando de uma longa noite. Aqui começa (?) a história.\n\nCafé da manhã em família... E ausência.\n\nNasce Akira. A chave para uma mudança.\n\nLindo brilho da aurora. A pequena Kemi-<i>chan</i> vem ao mundo.\n\nMudança de vida é pouco! Yukiko introduz sua versão da história.\n\nDesafios e enfrentamentos. Início da odisseia escolar em Tokyo.\n\nQue garoto estranho!!!! Começa a nascer uma atração.\n\nPrimeiras impressões de Nakamura-<i>kun</i>. Ela é uma garota irritante!\n\nDifícil ignorar o que se insinua constantemente. Alguns incidentes que despertaram a mente de Nakamura-<i>kun</i> para Yukiko.\n\nNova mudança. O que já anda ruim pode ficar pior?\n\nNão é possível!!! Quando o destino nos prega a maior das peças...\n\n[[Um trimestre de tensão. Volta das férias de verão e a caminho da mudança.| 13.\tUm trimestre de tensão. Volta das férias de verão e a caminho da mudança.]]\n\nMudança e enfrentamento. Começa a aproximação de Akira e Yukiko.\n\n“O prego que se sobressai é o primeiro ser martelado”. Desvelando um pouco do misterioso Akira.\n\nEfeitos da mudança. Algo realmente está começando a se alterar.\n\n[[>> Continua|Sumário b]]\n