/* Tooltip container */\n.tooltip {\n position: relative;\n display: inline-block;\n border-bottom: 2px dotted blue; /* If you want dots under the hoverable text */\n}\n\n/* Tooltip text */\n.tooltip .tooltiptext {\n visibility: hidden;\n width: 120px;\n background-color: #555;\n color: #fff;\n text-align: center;\n padding: 5px 0;\n border-radius: 6px;\n\n /* Position the tooltip text */\n position: absolute;\n z-index: 1;\n bottom: 125%;\n left: 50%;\n margin-left: -60px;\n\n /* Fade in tooltip */\n opacity: 0;\n transition: opacity 0.3s;\n}\n\n/* Tooltip arrow */\n.tooltip .tooltiptext::after {\n content: "";\n position: absolute;\n top: 100%;\n left: 50%;\n margin-left: -5px;\n border-width: 5px;\n border-style: solid;\n border-color: #555 transparent transparent transparent;\n}\n\n/* Show the tooltip text when you mouse over the tooltip container */\n.tooltip:hover .tooltiptext {\n visibility: visible;\n opacity: 1;\n}\n
<p>...</p><p>Depois que nos cansamos de rir e brincar, olhando que a hora já ia avançada, dissemos <i><div class= "tooltip"> "o-yasumi" <span class= "tooltiptext"> "boa noite" (para ir dormir) </span></div></i> e fomos para a cama. Amanhã seria o grande dia!... E eu finalmente saberia se esses Nakamura eram a família de Nakamura-<i>senpai</i>. Peguei distraidamente minha bolsa de colégio e [[vi que havia algo dentro dela|presente secreto]].</p><p>- O que é isso? – pensei comigo mesma em voz baixa. Um pacotinho e um cartão?!? Quem?... Estranho!... O cartão não tem nome! E no pacotinho há um bolinho com um morango no topo!</p><p>- Aha!!!! Você tem um namorado secreto, <i><div class= "tooltip"> oneechan <span class= "tooltiptext"> irmã mais velha (com tratamento carinhoso, íntimo) </span></div></i>?!?</p><p>- Yoshi!!! Shiii! Fale baixo! Vai acordar nossos pais!</p><p>- Tem????</p><p>- <i><div class= "tooltip"> Iie <span class= "tooltiptext"> Não </span></div></i>! Não tenho! Olhe só! O cartão nem tem nome! Deve ter sido uma brincadeira de mau gosto de alguém! Ou era para outra pessoa...</p><p>- É... pode ser!!!! Afinal, quem ficaria apaixonado por você, <i>ne</i>, <i>oneechan</i>?!</p><p>-Ah, seu pestinha!!!!</p><p>E Yoshi gargalhou com vontade, dando piscadelas para mim! De fato, nos dávamos muito bem, nos queríamos. E, claro, ele estava brincando! Mas fui dormir pensando em quem poderia ter feito aquilo e por que não se teria identificado...</p><p>...</p>\n[[>> Continua|Cap. 14.3]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 14.1.1]]
<p>Quase tive um ataque! Meus piores pesadelos haviam se concretizado. Ali, diante de mim, estava ninguém menos que Nakamura-<i>senpai</i>. O mesmo que, há alguns dias, me havia acusado de não conseguir afastar-me de desastres.</p><p>- Uhmmm... <i><div class= "tooltip"> Okaasan <span class= "tooltiptext"> mãe </span></div></i>, já nos conhecemos, no colégio. <i><div class= "tooltip"> Ohayō <span class= "tooltiptext"> Bom dia </span></div></i>, Hayashi-<i>san</i>! - me disse ele, inexpressivamente, com uma reverência leve.</p><p>- <i><div class= "tooltip"> Hontō <span class= "tooltiptext"> de verdade </span></div></i>?!? Que ótimo, não?! – comentou sua mãe, sem perceber a ironia do filho. Então poderão ser melhores amigos, agora!</p><p>- Eu não diria exatamente isso... – completou ele enigmático, pediu licença e saiu.</p><p>Fiquei com cara de tacho, sem saber o que dizer ou fazer, me corroendo por dentro. Nenhum dos adultos, porém, parecia se inteirar da estranheza da situação...</p>\n[[>> Continua|Cap. 14.5]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 14.3]]
<p>Enquanto isso, ao contrário, Hikaru aparentava estar meio perplexo com a atitude do irmão, sem saber se o seguiria ou não. Mas Yoshi, um pouco mais velho do que ele, tinha uma personalidade cativante. Tomou a frente e falou com o menino:</p><p>- <i>Ohayō</i>, Hikaru-<i>kun</i>! Eu me chamo Yoshi. <i><div class= "tooltip"> Hajimemashite <span class= "tooltiptext"> Prazer </span></div></i>! Imagino que você esteja no último ano da escola elementar, <i>ne</i>?! Estou no primeiro da secundária. Tenho algumas coisas interessantes para comentar com você da época em que eu fazia a escola elementar na minha vila!</p><p>- Ãh... Prazer em conhecê-lo também... Yoshi-<i>senpai</i>?</p><p>- Ahá!!!! Vamos ser amigos, Hikaru! Não precisa chamar-me de <i><div class= "tooltip"> senpai <span class= "tooltiptext"> veterano </span></div></i>! – riu com gosto meu irmão!</p><p>- <i>Hai, hai</i>!!! – sorriu o menino. Então, vamos, Yoshi-<i>kun</i>! Vou lhe mostrar coisas legais da propriedade!</p><p>Os dois meninos saíram correndo, felizes. Ao menos eles, pensei, poderiam tirar algum proveito desta mudança. Quanto a mim... Ai, ai! Sinto que teria um longo ano pela frente!!!!</p>\n\n[[Voltar ao início do Capítulo| 14.\tMudança e enfrentamento. Começa a aproximação de Akira e Yukiko.]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 14.4]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]\n\n[[Voltar ao Início|Start]]
<b><h2>Mudança e enfrentamento. Começa a aproximação de Akira e Yukiko.</h2></b>\n\n\n<i><small> Todo o relacionamento tem um ponto de partida que se<br> fundamenta e solidifica no contato, na proximidade.</small></i>\n\n\n<p>Nenhuma das duas famílias de nossos protagonistas era cristã. Por isso, como seria de esperar, suas comemorações natalinas não tinham o valor que ocidentais cristãos costumamos lhes atribuir. A época, no entanto, como tempo de festejar o amor, era comemorada com atividades e jantar em família.</p><p>O que não víamos entre os jovens membros dessas famílias, como costumava ocorrer nesse período do ano no Japão, eram as comemorações românticas relacionadas a algo como um dia dos namorados fora de época. Hikaru e Yoshi eram ainda muito novos. Akira não estava interessado em namorar ninguém; se sentia entediado com todas as garotas que lhe assediavam com os olhos diariamente. Yukiko, por sua vez, era romântica e sonhadora, apesar de aparentemente se interessar só por <i>manga</i> de aventura. Não tinha tido, contudo, “sorte” de criar uma relação desse tipo com ninguém até aquele momento, desde sua chegada a Tokyo.</p><p>Na pequena casa alugada dos Hayashi, eles jantaram, ouviram música tocada pelo pai em sua cítara, se divertiram com histórias do teatro <i>kabuki</i> e foram dormir cedo. No dia seguinte, começariam a empacotar suas coisas para a mudança. Tinham bastante trabalho pela frente.</p><p> Nos Nakamura, também houve um jantar especial e conversa, mas não prolongaram muito a comemoração. Estavam somente os quatro. Akira costumava ser muito retraído e Hikaru tentava em tudo copiar o irmão. Além disso, seus pais se sentiam um pouco entristecidos pela preocupação com os problemas da empresa farmacêutica.</p><p>...</p>\n[[>> Continua|Cap. 14.1]]
<b><h2>Caleidoscópio: fragmentos coloridos de vida</h2></b>
<p>(- Tadao-<i>san</i>, tenho muita preocupação por nosso filho, Akira – disse minha mãe ao meu pai quando ouviu o ruído da porta de meu quarto se fechando.</p><p>- Rin-<i>chan</i>, ele é apenas tímido e fechado. Nada mais!</p><p>- Não sei... Parece-me que foge do mundo, das pessoas e, principalmente, de seus sentimentos. Às vezes me pergunto se não poderíamos ter feito algo equivocado em sua criação, algo que contribuísse para esse distanciamento todo.</p><p>- Calma, querida. Tudo tem seu tempo! Deixe-lhe espaço. No momento certo, algo acontecerá e ele mudará sua forma de agir. O que, sim, tenho impressão é de que precisamos deixar claro para ele que o fato de ser nosso primogênito não o obriga a seguir meus passos e assumir os negócios da família.</p><p>- Por que diz isso?</p><p>- Porque percebo que ele tem outros projetos... Mas, até para isso, chegará o tempo certo.)</p>\n<p>...</p>\n\n[[>> Continua|Cap. 14.2]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 14.1]]
<p>...</p><p>Antes de subir para meu quarto, minha mãe se aproximou me estendendo uma pilha de envelopes coloridos, em sua maioria cor de rosa e floridos.</p><p>- O que é isso, <i><div class= "tooltip"> okaasan <span class= "tooltiptext"> mãe </span></div></i>? – perguntei.</p><p>- Estavam em nossa caixa de correio, Akira. São todas para você! Tenho um filho muito popular! – piscou ela.</p><p>- Tsch! <i>Okaasan</i>, não sou popular. Sou importunado! É completamente diferente. Essas garotas não têm amor próprio; são totalmente sem-noção! – respondi.</p><p>- E o que faço com elas?</p><p>- Pode deixar que eu mesmo faço! – Tomei-as todas, nem olhei de quem eram, e as joguei, tal como estavam, no lixo. – <i><div class= "tooltip"> O-yasumi nasai <span class= "tooltiptext"> Boa noite (para ir dormir) </span></div></i>! – disse, subindo as escadas e me fechando no meu quarto para dormir. Se eu tivesse poderes especiais, teria escutado a rápida conversa de ambos, meus pais, sobre mim. Eles de fato me amavam e se preocupavam comigo...</p>\n[[>> Continua|Cap. 14.1.1]]\n\n[[<< Retorna à página anterior| 14.\tMudança e enfrentamento. Começa a aproximação de Akira e Yukiko.]]
\t\t<b><h2>Caleidoscópio: fragmentos coloridos de vida</h2></b>\n\t\t\t\t\t\t\t<i><font size=+1>Cristina Vergnano</font></i>\n\n\n <img src="imagens/capa-caleidoscopio.png" alt="Protagonistas diante de cenário da ponte <i>Rainbow</i> na baía de Tokyo e a imagem do caleidosópio.">\n\n\n<p>Esta história é minha pequena homenagem aos criadores japoneses de <i>manga</i> e <i>anime</i>, cuja arte atravessa fronteiras e delicia pessoas de todo o mundo.</p><p>Dedico, também, com carinho, o romance <i>Caleidoscópio</i> a duas amigas, Nícia e Chizu. Espero que eu tenha conseguido refletir respeitosamente um pouco de sua cultura e raízes, mesmo que com um saborzinho brasileiro.</p>\n\n[[Ir para "Mudança e enfrentamento. ..."| 14.\tMudança e enfrentamento. Começa a aproximação de Akira e Yukiko.]]\n\n[[Notas importantes|Nota importante]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]
Uma visita veio de longe. Excitação, novidades e uma provocação.\n\nRevelações inconvenientes. Olhares estrangeiros podem, também, perceber muito.\n\nDois trimestres tumultuados. Entre rechaços, aproximações e estudo.\n\nAcidentes acontecem... Oportunidades de ser herói e heroína.\n\nFinalmente, a coragem para se declarar. Desilusão e uma porta aberta.\n\nSeparados por uma pequena diferença de idade. Alívio ou conflito?\n\nUm momento difícil. O congelamento de um sonho.\n\nAbrem-se portas. Retomam-se sonhos. \n\nMudam-se caminhos. Reinventam-se relações.\n\nEstar para sempre ao seu lado. O fio que levou ao fim do labirinto.\n\nPais de novo. Nasce Kazumi.\n\nNão se combatem as forças da natureza. Uma vida de amor ameaçada.\n\nNossas vidas são como desenhos em um caleidoscópio. A recuperação de Yukiko.\n\nEpílogo. Fecha-se o círculo.\n\n\nIntertextualidades em Caleidoscópio\n\n\n[[<<Retorna à página anterior do Sumário|Sumário]]\n\n[[<<Voltar ao Início|Start]]
<b><h2>Notas importantes</h2></b>\n<ul type="square">\n<li>Antes que você comece a leitura, gostaria de explicar que os nomes dos personagens do romance estão apresentados segundo a estrutura da língua japonesa. Ou seja: primeiro aparecem os sobrenomes, depois os nomes. Sendo assim, nossos protagonistas, por exemplo, são os jovens: Nakamura Akira e Hayashi Yukiko. Ele, Akira, é o filho mais velho da família Nakamura; ela, Yukiko, a filha mais velha da família Hayashi.<br>Esta opção foi feita para ajudar a criar o clima do drama, nos aproximando um pouquinho mais da cultura e da língua japonesas. O mesmo explica a presença de várias palavras, em especial formas de tratamento e saudações, em japonês ao longo do texto. A única ressalva, aqui, é que foi usado o nosso alfabeto para representar a estrutura fonética desses vocábulos, não os silabários ou ideogramas próprios desse idioma.</li><br>\n<li>A língua japonesa tem vogais que soam mais longas e isso faz diferença em palavras que se escrevam igual e cuja única distinção seja entre uma vogal normal e outra longa. Por exemplo, é o que observamos entre <i>“obaasan”</i> (avó) e <i>“obasan”</i> (tia). Quando transpomos os caracteres japoneses (os silabários <i>hiragana</i> ou <i>katakana</i>) para nosso alfabeto (<i>rōmaji</i>) há formas distintas de marcar essa diferença. Uma delas, talvez a mais simples, é repetir a vogal que se pronuncia de forma mais longa. Foi o que se viu no exemplo anterior, o de <i>“obaasan”</i>. <br>Acontece que, no caso das palavras com “o” longo, o caractere do silabário japonês que se acrescenta à sílaba com a vogal longa é o equivalente ao “u”. Por isso, é comum vermos outra forma de representação com "ou", por exemplo, como em <i>“arigatou”</i> (obrigado). O problema é que isso não deve ser pronunciado como um ditongo “ou”, mas apenas como “oo”.<br>Numa terceira e última forma de representação, até para evitar a tendência errada de pronunciar “o” longo como “ou”, podemos usar um sinal sobre o “o” chamado <i>macron</i> (um tracinho horizontal sobre a vogal e que indica alongamento de sua pronúncia). Esta foi a nossa opção para representar o “o” longo em nossa história. Por isso, quando virem uma palavra como <i>otōsan</i> (pai), leiam <i>“otoosan”</i>, certo?!</li>\n<li>As fotos, vídeos e imagens presentes nos <i>links</i> do romance <i>Caleidoscópio</i> fazem parte desta obra hipertextual e multissemiótica e são, em geral, de minha criação. As imagens de adolescentes, típicas de <i>anime</i>, usadas na composição do <i>folder</i> e da ilustração de abertura, foram adquiridas, com licença plena de uso, na Unity Asset Store e editadas por mim para compor as imagens finais. Agradeço a W. Leite pela elaboração e cessão do vídeo do caleidoscópio, no <i>link</i> do penúltimo capítulo.</li></ul>\n[[Ir para "Mudança e enfrentamento. ..."| 14.\tMudança e enfrentamento. Começa a aproximação de Akira e Yukiko.]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]
\n<img src="imagens/presente-secreto-para-Yukiko.jpg" alt="bolinho de morango e cartão que Yukiko encontrou em sua bolsa antes do Natal, sem nenhuma identificação.">\n\n\n[[<< Retorna à leitura do capitulo|Cap. 14.2]]
<i><font size=+1>Cristina Vergnano</font></i>
<p>...</p><p>A manhã seguinte foi agitadíssima, com a organização de todas as nossas coisas, a espera do caminhão e a ida para a residência dos Nakamura. O bairro era lindo e a casa também. Fomos recebidos pela amiga de minha mãe, Nakamura Rin-<i><div class= "tooltip"> sama <span class= "tooltiptext"> sufixo de tratamento de grande formalidade, cerimonioso </span></div></i>, uma pessoa delicada, simpática, elegante e bonita, mas reservada. Depois, conhecemos Nakamura-<i>sama</i>, seu marido. Ele, também nos recebeu bem, relembrou a vez em que havia visto meus pais em seu casamento e comentou como sua <i><div class= "tooltip"> okusan <span class= "tooltiptext"> a esposa dele, de uma família diferente de quem narra </span></div></i> estava feliz por reencontrar sua grande amiga.</p><p>Levamos nossas coisas para a casa no terreno contíguo. Senti-me muito feliz ao vê-la. Era uma construção harmoniosa, de estilo tradicional, com um jardim com flores e pedras. Lembrava-me nossa antiga casa, na vila. Nakamura-<i>sama</i> nos disse que seus avós tinham construído a casa e feito aquele belo jardim e que ele os conservava em sua memória e na de seus pais. A isso, meu pai e minha mãe se curvaram, agradeceram por terem sido aceitos em um lugar tão importante e prometeram que cuidariam com muito respeito e amor de tudo.</p><p>- Yukiko-<i>chan</i> e Yoshi-<i>kun</i>, verdade? – se voltou para nós Rin-<i>sama</i>.- Vou lhes apresentar meus filhos... Akira, Hikaru! Venham aqui, sim?!</p>\n[[>> Continua|Cap. 14.4]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 14.2]]
<b><h2>SUMÁRIO</h2></b>\n\n\n[[Início|Start]]\n\n"Palavras da autora"\n\nEra uma vez... uma introdução. A narradora se intromete na história.\n\nDespertando de uma longa noite. Aqui começa (?) a história.\n\nCafé da manhã em família... E ausência.\n\nNasce Akira. A chave para uma mudança.\n\nLindo brilho da aurora. A pequena Kemi-<i>chan</i> vem ao mundo.\n\nMudança de vida é pouco! Yukiko introduz sua versão da história.\n\nDesafios e enfrentamentos. Início da odisseia escolar em Tokyo.\n\nQue garoto estranho!!!! Começa a nascer uma atração.\n\nPrimeiras impressões de Nakamura-<i>kun</i>. Ela é uma garota irritante!\n\nDifícil ignorar o que se insinua constantemente. Alguns incidentes que despertaram a mente de Nakamura-<i>kun</i> para Yukiko.\n\nNova mudança. O que já anda ruim pode ficar pior?\n\nNão é possível!!! Quando o destino nos prega a maior das peças...\n\nUm trimestre de tensão. Volta das férias de verão e a caminho da mudança.\n\n[[Mudança e enfrentamento. Começa a aproximação de Akira e Yukiko.| 14.\tMudança e enfrentamento. Começa a aproximação de Akira e Yukiko.]]\n\n“O prego que se sobressai é o primeiro ser martelado”. Desvelando um pouco do misterioso Akira.\n\nEfeitos da mudança. Algo realmente está começando a se alterar.\n\n[[>> Continua|Sumário b]]\n