<img src="imagens/celular-flip-da-Yukiko.jpg" alt="Imagem do celular de Yukiko coma mensagem de Maiara">\n\n\n. <i><div class= "tooltip"> Ohayō <span class= "tooltiptext">Bom dia </span></div></i>, Yukiko-<i>chan</i>! (^_^)\n Acabo de chegar ao Rio. <i><div class= "tooltip"> Otōsan <span class= "tooltiptext"> pai </span></div></i> e <i><div class= "tooltip"> okaasan <span class= "tooltiptext"> mãe </span></div></i> vieram me buscar.\n\n. Fico feliz, Maiara-<i>chan</i>! A viagem, como foi?\n\n. Cansativa, mas excelente! \n Amei estar aí com você, <i><div class= "tooltip"> itoko <span class= "tooltiptext"> prima </span></div></i>! (^_^)\n Mas confesso que estava com saudades de casa... Não fique desapontada comigo... (-_o)\n\n. Entendo você perfeitamente! Sei que eu ficaria excitada com uma aventura aí no Brasil, mas também sentiria falta da minha vida familiar. (-_o)\n\n. Vamos manter contato, <i>ne</i>, Yukiko-<i>chan</i>? Promete?!?\n\n. <i><div class= "tooltip"> Mochiron <span class= "tooltiptext"> Claro, sem dúvida! </span></div></i>! *(^o^)*\n\n\n[[<< Retoma a leitura do capítulo|Cap. 18.2]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]
<p>...</p><p>Deitei-me com dor de cabeça após o jantar deste sábado. A brasileira não era desagradável... Ainda assim, percebi que me olhava de uma forma discreta, mas insistente e curiosa. Não como as demais garotas do colégio, não! Não era com interesse que ela me encarava. Parecia mais estar me medindo, avaliando... E olhava também para Hayashi-<i>san</i>. O que ela estaria pensando? E por que, mais uma vez, isso me alterava tanto?</p><p>Demorei a conciliar o sono. Maldita hora em que minha mãe inventou essa história de alugar a velha casa de meus avós. Pior ainda! Maldita hora em que os Hayashi vieram para Tokyo e aceitaram alugar nossa casa antiga.</p><p> Isso não podia continuar acontecendo. Não conseguia entender o que ocorria comigo. Eu não era assim. As coisas não me afetavam tanto. Minha vida e minha mente eram disciplinadas, lógicas, perfeitamente adequadas ao nosso modo de ser, de viver, de estar em sociedade. A distância era confortável, segura...</p><p>Acho que adormeci envolto nesses pensamentos e tive muitos pesadelos durante toda a noite. Só pela manhã pude percebê-lo. Saí para correr. Precisava respirar, estar sozinho um pouco. De longe, vi os Hayashi, com aquela peculiar parenta deles, saindo juntos, com aparatos de pique-nique dominical. Desviei o olhar e segui em frente, correndo, correndo...</p><p>...</p>\n[[>> Continua|Cap. 18.4]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 18.2]]
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Uma visita veio de longe. Excitação, novidades e uma provocação.\n\n[[Revelações inconvenientes. Olhares estrangeiros podem, também, perceber muito.| 18.\tRevelações inconvenientes. Olhares estrangeiros podem, também, perceber muito.]]\n\nDois trimestres tumultuados. Entre rechaços, aproximações e estudo.\n\nAcidentes acontecem... Oportunidades de ser herói e heroína.\n\nFinalmente, a coragem para se declarar. Desilusão e uma porta aberta.\n\nSeparados por uma pequena diferença de idade. Alívio ou conflito?\n\nUm momento difícil. O congelamento de um sonho.\n\nAbrem-se portas. Retomam-se sonhos. \n\nMudam-se caminhos. Reinventam-se relações.\n\nEstar para sempre ao seu lado. O fio que levou ao fim do labirinto.\n\nPais de novo. Nasce Kazumi.\n\nNão se combatem as forças da natureza. Uma vida de amor ameaçada.\n\nNossas vidas são como desenhos em um caleidoscópio. A recuperação de Yukiko.\n\nEpílogo. Fecha-se o círculo.\n\n\nIntertextualidades em Caleidoscópio\n\n\n[[<<Retorna à página anterior do Sumário|Sumário]]\n\n[[<<Voltar ao Início|Start]]
<b><h2>Caleidoscópio: fragmentos coloridos de vida</h2></b>
<p>...</p><p>Aquela revelação foi inquietante. Ficou gravada profundamente em mim e começou a me fazer observar meus sentimentos e tentar captar algo dos dele.</p><p>Maiara ainda ficou conosco cerca de uns 10 dias. No segundo fim de semana dela aqui, fizemos uns passeios fora de Tokyo. Durante a semana, ela foi comigo ao colégio um par de vezes e teve a oportunidade de falar à minha turma sobre o Brasil. Foi uma experiência que causou comoção e, de certa forma, me colocou no mapa para muitos alunos e alunas. Tive a impressão de que isso incomodou de alguma forma Nakamura-<i>senpai</i>. Mas eu posso estar enganada, contaminada pelas suposições de minha prima.</p><p>No final de janeiro, ela tomou o avião e voltou para casa, para retomar suas aulas na segunda semana de fevereiro. [[Prometemos manter contato|Maiara faz contato]] e ela me pediu que eu a informasse do desenvolvimento do meu “romance”. Balancei vigorosamente a cabeça, reafirmando que não havia romance nenhum. Ela entrou no setor de embarque sorrindo e acenando. Eu sentiria muita saudade dela!</p><p>...</p>\n[[>> Continua|Cap. 18.3]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 18.1.1]]
\t\t<b><h2>Caleidoscópio: fragmentos coloridos de vida</h2></b>\n\t\t\t\t\t\t\t<i><font size=+1>Cristina Vergnano</font></i>\n\n\n <img src="imagens/capa-caleidoscopio.png" alt="Protagonistas diante de cenário da ponte <i>Rainbow</i> na baía de Tokyo e a imagem do caleidosópio.">\n\n\n<p>Esta história é minha pequena homenagem aos criadores japoneses de <i>manga</i> e <i>anime</i>, cuja arte atravessa fronteiras e delicia pessoas de todo o mundo.</p><p>Dedico, também, com carinho, o romance <i>Caleidoscópio</i> a duas amigas, Nícia e Chizu. Espero que eu tenha conseguido refletir respeitosamente um pouco de sua cultura e raízes, mesmo que com um saborzinho brasileiro.</p>\n\n[[Ir para "Revelações inconvenientes. ..."| 18.\tRevelações inconvenientes. Olhares estrangeiros podem, também, perceber muito.]]\n\n[[Notas importantes|Nota importante]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]
<p>Ela era, realmente, muito cativante e manobrava com facilidade a situação a seu favor. Tinha a sensibilidade de ser ela mesma, mas respeitando os limites do aceitável de nossa cultura e costumes.</p><p>Nakamura-<i>senpai</i>, da sua parte, procurava se manter discreto e calado, como de hábito. Sua família tinha contatos com estrangeiros, de modo que não era totalmente estranho lidar com ela. Parecia, no entanto, apenas tolerar suas liberdades. Fico imaginando o que lhe passaria pela cabeça nessas horas.</p><p>A noite transcorreu sem incidentes e acabou agradavelmente, guardadas as devidas proporções do meu incômodo, provavelmente compartilhado por Nakamura-<i>senpai</i>. Despedimo-nos e fomos para nossa casa... No dia seguinte, domingo, teríamos outros passeios para realizar.</p><p>...</p>\n[[>> Continua|Cap. 18.1]]\n\n[[<< Retorna à página anterior| 18.\tRevelações inconvenientes. Olhares estrangeiros podem, também, perceber muito.]]
<p>...</p><p>- Então?!? – perguntei quando entramos no meu quarto e fechamos a porta.</p><p>- Então, o quê?!? – me devolveu ela, com sua costumeira careta maliciosa.</p><p>- Ai, Maiara, não me torture! O que você quis dizer ontem com aquele “sei!”?</p><p>- Ah, isso?! Simplesmente que você, querida prima, está caidinha por Akira-<i>san</i>!</p><p>- Caidinha???</p><p>- Apaixonada, Yukiko!</p><p>- Você perdeu a razão?!??? – protestei furiosa.</p><p>- De modo algum! Estou totalmente lúcida. Quem não está em seu juízo perfeito é você, negando firmemente a realidade.</p><p>- Mas eu detesto aquele garoto! Ele é muito arrogante e insensível!</p><p>- Sim, deu para perceber! Mas nem ele é tão insensível assim, pois fez um tremendo esforço toda a noite para desviar os olhos de você, nem você o detesta como diz. Aliás, eu diria que você tem bom gosto. Ele é bem gatinho!</p>\n[[>> Continua|Cap. 18.1.1]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 18.0]]
<b><h2>Notas importantes</h2></b>\n<ul type="square">\n<li>Antes que você comece a leitura, gostaria de explicar que os nomes dos personagens do romance estão apresentados segundo a estrutura da língua japonesa. Ou seja: primeiro aparecem os sobrenomes, depois os nomes. Sendo assim, nossos protagonistas, por exemplo, são os jovens: Nakamura Akira e Hayashi Yukiko. Ele, Akira, é o filho mais velho da família Nakamura; ela, Yukiko, a filha mais velha da família Hayashi.<br>Esta opção foi feita para ajudar a criar o clima do drama, nos aproximando um pouquinho mais da cultura e da língua japonesas. O mesmo explica a presença de várias palavras, em especial formas de tratamento e saudações, em japonês ao longo do texto. A única ressalva, aqui, é que foi usado o nosso alfabeto para representar a estrutura fonética desses vocábulos, não os silabários ou ideogramas próprios desse idioma.</li><br>\n<li>A língua japonesa tem vogais que soam mais longas e isso faz diferença em palavras que se escrevam igual e cuja única distinção seja entre uma vogal normal e outra longa. Por exemplo, é o que observamos entre <i>“obaasan”</i> (avó) e <i>“obasan”</i> (tia). Quando transpomos os caracteres japoneses (os silabários <i>hiragana</i> ou <i>katakana</i>) para nosso alfabeto (<i>rōmaji</i>) há formas distintas de marcar essa diferença. Uma delas, talvez a mais simples, é repetir a vogal que se pronuncia de forma mais longa. Foi o que se viu no exemplo anterior, o de <i>“obaasan”</i>. <br>Acontece que, no caso das palavras com “o” longo, o caractere do silabário japonês que se acrescenta à sílaba com a vogal longa é o equivalente ao “u”. Por isso, é comum vermos outra forma de representação com "ou", por exemplo, como em <i>“arigatou”</i> (obrigado). O problema é que isso não deve ser pronunciado como um ditongo “ou”, mas apenas como “oo”.<br>Numa terceira e última forma de representação, até para evitar a tendência errada de pronunciar “o” longo como “ou”, podemos usar um sinal sobre o “o” chamado <i>macron</i> (um tracinho horizontal sobre a vogal e que indica alongamento de sua pronúncia). Esta foi a nossa opção para representar o “o” longo em nossa história. Por isso, quando virem uma palavra como <i>otōsan</i> (pai), leiam <i>“otoosan”</i>, certo?!</li>\n<li>As fotos, vídeos e imagens presentes nos <i>links</i> do romance <i>Caleidoscópio</i> fazem parte desta obra hipertextual e multissemiótica e são, em geral, de minha criação. As imagens de adolescentes, típicas de <i>anime</i>, usadas na composição do <i>folder</i> e da ilustração de abertura, foram adquiridas, com licença plena de uso, na Unity Asset Store e editadas por mim para compor as imagens finais. Agradeço a W. Leite pela elaboração e cessão do vídeo do caleidoscópio, no <i>link</i> do penúltimo capítulo.</li></ul>\n[[Ir para "Revelações inconvenientes. ..."| 18.\tRevelações inconvenientes. Olhares estrangeiros podem, também, perceber muito.]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]
<p>...</p><p>Que semana! Só se fala da tal prima de Hayashi-<i>san</i>. Até entre os alunos mais adiantados. E, também, naquela garota insuportável. Todos parecem estar considerando que ela se transformou em algo especial. Espero que a brasileira vá embora logo e, com ela, todo esse rebuliço e a constante referência à Hayashi-<i>san</i>...</p><p>- Olá, Nakamura-<i>san</i>! – cumprimentou-me Miyazaki-<i>san</i> apressadamente.</p><p>- <i><div class= "tooltip"> Ohayō <span class= "tooltiptext"> Bom dia </span></div></i>! Aonde vai com tanta pressa?</p><p>- Ah! Quero ver se consigo me despedir de Maiara-<i>san</i>. Ela é simpática e bem atraente, não acha? Tive a oportunidade de conversar com ela um pouco.. Você sabia que o nome dela tem origem indígena? Da língua tupi, creio que algo assim... Significa "senhora" e "sábia"!</p><p>Muito sábia mesmo, pensei com meus botões... Quem pode ser considerado sábio por volta dos 16 ou 17 anos!</p><p>- Aliás, Hayashi-<i>san</i> estava com ela e tratou de temas bem interessantes – completou meu colega, ainda apressado.</p>\n[[>> Continua|Cap. 18.5]]\n\n[[<< Retorna à pagina anterior|Cap. 18.3]]
<p>- Uhmmmm! Imagino!!!! – respondi com certo despeito.</p><p>Será que, no fundo, eu também queria ir com ele? Despedir-me de Maiara-<i>san</i> seria bom! Vê-la partir. Ver a vida retomar seu curso normal... Ela era cuidadosa para não agredir abertamente nossa cultura, mas eu me sentia incomodado perto dela. Tinha a sensação de que escondia algo, de que seus pensamentos iam bem além do que expressava em palavras...</p><p>Mas, e Hayashi-<i>san</i>???? <i>Iie</i>! Não quero vê-la!!!! E sacudi a cabeça. Devo tê-lo feito de modo um pouco mais ríspido do que o normal, pois ouvi Miyazaki comentando já meio afastado:</p><p>- O que é isso, Nakamura-<i>san</i>? Algo o perturba? O imperturbável Nakamura está com algo na cabeça???? <i><div class= "tooltip"> Ja ne <span class= "tooltiptext"> Até mais </span></div></i>!– se despediu e seguiu seu caminho apressadamente e rindo.</p><p>Fiquei ali parado no meio do corredor. Não sabia mais o que fazer, me esqueci de onde vinha e para onde estava indo. Definitivamente, não gostava do que estava observando em mim, não gostava de em que estava me transformando desde que topei com aquela garota.</p>\n[[Voltar ao início do Capítulo| 18.\tRevelações inconvenientes. Olhares estrangeiros podem, também, perceber muito.]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 18.4]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]\n\n[[Voltar ao Início|Start]]\n
<i><font size=+1>Cristina Vergnano</font></i>
<p>- Gatinho?!? Aff!!!! Até você?!? E, para sua ciência, detesto, sim!</p><p>- <i><div class= "tooltip"> Iie <span class= "tooltiptext"> Não </span></div></i>! Não detesta, nada! E sabe o que dizemos no Brasil? Que o ódio é irmão inseparável do amor. Os dois se confundem e, frequentemente, o primeiro encobre o segundo. Também dizemos que “quem desdenha quer comprar”! E, sabe o que mais percebi? Que você mexe com seu bloco de gelo: ele não está mais tão gelado, pelo visto.</p><p>- Isso é pura imaginação sua! Ficção! Você não conhece nossa cultura. Pode ser que no Brasil seja dessa forma, mas não aqui.</p><p>- Olha, você pode até ter razão, <i><div class= "tooltip"> itoko <span class= "tooltiptext"> prima </span></div></i>... Pode ser que eu esteja fantasiando, me baseando nesses <i><div class= "tooltip"> manga <span class= "tooltiptext"> histórias em quadrinhos japonesas </span></div></i> e <i><div class= "tooltip"> dorama <span class= "tooltiptext"> dramas televisivos japoneses </span></div></i> dos quais vocês tanto gostam, ou coisa parecida. Mas a natureza humana não me parece tão diferente assim. Guardadas as devidas proporções e diferenças, eu diria que há um conflito crescendo nesse seu Akira... e dentro de você também! No tempo devido, vocês vão perceber!</p><p>...</p>\n[[>> Continua|Cap. 18.2]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 18.1]]\n\n
<b><h2>Revelações inconvenientes. Olhares estrangeiros podem, também, perceber muito.</h2></b>\n\n\n<i><small> Quando nos debruçamos em demasia sobre algo, em geral perdemos o foco e não enxergamos<br> o óbvio. Olhares frescos e com certo distanciamento podem trazer a objetividade que<br> faltava e permitir que as cortinas se abram e mostrem o que estava oculto.</small></i>\n\n\n<p>À noite, vi que Maiara punha seu melhor vestido, se maquiava, perfumava e se colocava deslumbrante. Alegre, cortês, educada, ofereceu uma pequena lembrancinha brasileira à dona da casa e uns chocolates para os demais. Conversou com todos durante o jantar, embora com alguma limitação, recorrendo sempre que preciso ao inglês como apoio. Mas eu sabia que ela estava, de rabo de olho, como ela dizia, observando atentamente o calado Nakamura-<i>senpai</i>, a quem ela decidiu chamar Akira-<i>san</i>.</p><p>Explicou que, no Brasil, jovens costumavam se tratar pelo primeiro nome, não pelo de família. Acrescentou que, se eles não se importassem, ela se sentiria mais à vontade se pudesse inserir algum detalhe linguístico familiar para se desenvolver na conversa em japonês. Afinal, era apenas uma aprendiz do idioma...</p>\n[[>> Continua|Cap. 18.0]]
<b><h2>SUMÁRIO</h2></b>\n\n\n[[Início|Start]]\n\n"Palavras da autora"\n\nEra uma vez... uma introdução. A narradora se intromete na história.\n\nDespertando de uma longa noite. Aqui começa (?) a história. \n\nCafé da manhã em família... E ausência.\n\nNasce Akira. A chave para uma mudança.\n\nLindo brilho da aurora. A pequena Kemi-<i>chan</i> vem ao mundo.\n\nMudança de vida é pouco! Yukiko introduz sua versão da história.\n\nDesafios e enfrentamentos. Início da odisseia escolar em Tokyo.\n\nQue garoto estranho!!!! Começa a nascer uma atração.\n\nPrimeiras impressões de Nakamura-<i>kun</i>. Ela é uma garota irritante!\n\nDifícil ignorar o que se insinua constantemente. Alguns incidentes que despertaram a mente de Nakamura-<i>kun</i> para Yukiko.\n\nNova mudança. O que já anda ruim pode ficar pior?\n\nNão é possível!!! Quando o destino nos prega a maior das peças...\n\nUm trimestre de tensão. Volta das férias de verão e a caminho da mudança.\n\nMudança e enfrentamento. Começa a aproximação de Akira e Yukiko.\n\n\n“O prego que se sobressai é o primeiro ser martelado”. Desvelando um pouco do misterioso Akira.\n\nEfeitos da mudança. Algo realmente está começando a se alterar.\n\n[[>> Continua|Sumário b]]