<p>- Estranho... Seu olhar me parece, mesmo a esta distância, alheio, voltado para algum ponto no infinito – pensei em voz alta.</p><p>Reparei que não sorria, mas tampouco estava sério ou aborrecido. Seu rosto era bonito. Parecia, no entanto, uma máscara inexpressiva.</p><p>Dois rapazes vieram em sua direção. Ele parou, inclinou levemente a cabeça, esboçando o que suponho, daqui do alto, tenha sido um sorriso. Era, contudo, um sorriso muito sutil, apenas ensaiado. Falou com ambos, com uns modos cordiais, algo que eu, claro, não podia escutar do alto do terraço. Foi uma conversa bem breve. Depois disso, cada um seguiu o seu caminho.</p><p>Acompanhei aquele personagem intrigante até que ele sumisse numa esquina do corredor, em direção às escadas. Pude ver que algumas carinhas apareciam nos vidros das portas das salas, ou nas janelas que davam para o corredor interno à medida que ele passava. Não poderia ter certeza de tão longe, mas parecia haver certa agitação nesses olhares. Ele, no entanto, continuava impassível em seu caminho. Quem seria? O que teria em mente? Sua expressão seria sempre assim, algo como uma máscara?</p>\n[[>> Continua|Cap. 8.1]]\n\n[[<< Retorna à página anterior| 8.\tQue garoto estranho!!!! Começa a nascer uma atração.]]
<b><h2>Que garoto estranho!!!! Começa a nascer uma atração.</h2></b>\n\n<i><small> Nem tudo é como parece ser. O interessante é que fatos aparentemente sem qualquer apelo<br> podem ser capazes de nos despertar e nos levar a imaginar cenários e criar personagens.</small></i>\n\n\n<p>Estávamos no intervalo do almoço. Era, ainda, o primeiro dia de aula no novo colégio. Eu decidi encontrar um canto sossegado para comer meu <i><div class= "tooltip"> bentō <span class= "tooltiptext"> marmita japonesa </span></div></i>. (A sala de aula e o salão com mesinhas dando para os pátios eram tão tumultuados!!! E eu desejava um pouco de tranquilidade...) A comida estava especialmente gostosa. Creio que minha mãe se havia esmerado para me dar um alento extra neste que era um momento de desafio, de mudança. Encontrei um recanto agradável e tranquilo no terraço. De lá eu podia apreciar vários corredores internos, o pátio, parte das quadras, as janelas de algumas salas.</p><p>Estava comendo e observando o ambiente e os grupinhos que passavam durante o intervalo, quando minha atenção foi despertada por um rapaz que vinha sozinho pelo corredor do andar central. Era alto, magro, moreno claro, com cabelos negros, lisos e curtos. Os olhos estavam meio encobertos pela franja. E, volta e meia, eu via que ele passava a mão para afastá-la.</p>\n[[>> Continua|Cap. 8.0]]
<p>Descemos até o primeiro andar e nos dirigimos a um corredor com salas destinadas a diferentes clubes. Yamamoto-<i>kun</i> falava animadamente sobre o clube e seus projetos de <i>anime</i>. Estava tão distraído com a conversação que nem percebeu que eu havia desviado minha atenção para o lado oposto do corredor que percorríamos. Lá estava novamente o tal sujeito.</p><p>Assim, visto mais de perto, apresentava um ar altivo e algo desdenhoso. Andava como se estivesse sozinho numa espécie de bolha, alheio aos demais. Só que parecia haver algo mais... um detalhe que me escapava no momento. Mas eu conseguiria juntar as peças desse quebra-cabeças e descobrir o que era. Novamente, sentia que minha veia investigativa de criadora de <i>manga</i> falava mais alto e me compelia a criar o personagem, recheá-lo de conteúdo (fosse tal conteúdo real ou imaginado por mim).</p><p>- Eh! Hayashi-<i>chan</i>! Oi! Está ouvindo? Divagando de novo???? Está doente ou algo assim? – Yamamoto-<i>kun</i> agitava a mão diante dos meus olhos enquanto falava.</p><p>- Quê?!? – despertei do meu devaneio, arregalando os olhos.</p><p>- Estava olhando para onde? – perguntou e se virou para o lado do corredor onde há segundos atrás estava o desconhecido intrigante.</p><p>Suspirei aliviada ao perceber que ele havia entrado por uma porta, possivelmente de algum clube, saindo do alcance da visão de meu colega. Não gostaria de ser pega em flagrante. Não queria que ele pensasse que eu estava caçando um namorado ou algo parecido</p><p>- Você é estranha, sabe?!? Não é a primeira vez que pego você olhando para ontem! Vamos! Aqui é o nosso futuro clube.</p>[[>> Continua|Cap. 8.3]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 8.1]]
<p>Dizendo isso, abriu a porta e me deu passagem.</p><p>- <i><div class= "tooltip"> Sumimasen <span class= "tooltiptext"> "Desculpe" (mas, aqui, com sentido de um pedido de licença) </span></div></i>. Sasaki-<i>senpai</i>? – perguntou Yamamoto-<i>kun</i> ao rapaz que se encontrava sentado numa mesa, de costas para a porta, concentrado diante de imagens num programa de computador.</p><p>- <i><div class= "tooltip"> Hai <span class= "tooltiptext"> Sim </span></div>! <i><div class= "tooltip"> Dōzo <span class= "tooltiptext"> Entrem; podem passar; adiante </span></div></i>! – ele respondeu dando a volta e nos olhando.</p><p>- Sou Yamamoto Daisuke. Soube que você é o aluno encarregado do clube de <i>manga</i> e <i>anime</i>. Eu e minha colega aqui, Hayashi Yukiko-<i>chan</i>, gostaríamos muito de nos juntarmos a vocês.</p><p>- Yamamoto-<i>san</i>. Hayashi-<i>san</i>. <i><div class= "tooltip"> Hajimemashite <span class= "tooltiptext"> Prazer </span></div></i> - levantou-se e nos cumprimentou com uma reverência breve. - Ficamos sempre muito felizes com novas aquisições. Quais são seus interesses e projetos? Sentem-se e vamos conversar um pouco.</p><p>Foi uma reunião rápida, pois tínhamos aula, mas muito agradável e proveitosa. Falamos de nossos projetos de <i>manga</i> e <i>anime</i>, respectivamente, meu e de Yamamoto-<i>kun</i>. Durante a conversa, chegamos a conhecer outros membros do clube: alguns, <i><div class= "tooltip"> kōhai <span class= "tooltiptext"> calouros </span></div></i> como nós; outros, <i><div class= "tooltip"> senpai <span class= "tooltiptext"> veteranos </span></div></i>. Por um tempo, desviei minha mente do intrigante rapaz desconhecido e cheguei mesmo a esquecê-lo. Mal sabia que nossos caminhos se cruzariam de forma bastante intensa em breve.</p>\n\n[[Voltar ao início do Capítulo| 8.\tQue garoto estranho!!!! Começa a nascer uma atração.]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 8.2]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]\n\n[[Voltar ao Início|Start]]
/* Tooltip container */\n.tooltip {\n position: relative;\n display: inline-block;\n border-bottom: 2px dotted blue; /* If you want dots under the hoverable text */\n}\n\n/* Tooltip text */\n.tooltip .tooltiptext {\n visibility: hidden;\n width: 120px;\n background-color: #555;\n color: #fff;\n text-align: center;\n padding: 5px 0;\n border-radius: 6px;\n\n /* Position the tooltip text */\n position: absolute;\n z-index: 1;\n bottom: 125%;\n left: 50%;\n margin-left: -60px;\n\n /* Fade in tooltip */\n opacity: 0;\n transition: opacity 0.3s;\n}\n\n/* Tooltip arrow */\n.tooltip .tooltiptext::after {\n content: "";\n position: absolute;\n top: 100%;\n left: 50%;\n margin-left: -5px;\n border-width: 5px;\n border-style: solid;\n border-color: #555 transparent transparent transparent;\n}\n\n/* Show the tooltip text when you mouse over the tooltip container */\n.tooltip:hover .tooltiptext {\n visibility: visible;\n opacity: 1;\n}\n
<b><h2>Caleidoscópio: fragmentos coloridos de vida</h2></b>
\t\t<b><h2>Caleidoscópio: fragmentos coloridos de vida</h2></b>\n\t\t\t\t\t\t\t<i><font size=+1>Cristina Vergnano</font></i>\n\n\n <img src="imagens/capa-caleidoscopio.png" alt="Protagonistas diante de cenário da ponte <i>Rainbow</i> na baía de Tokyo e a imagem do caleidosópio.">\n\n\n<p>Esta história é minha pequena homenagem aos criadores japoneses de <i>manga</i> e <i>anime</i>, cuja arte atravessa fronteiras e delicia pessoas de todo o mundo.</p><p>Dedico, também, com carinho, o romance <i>Caleidoscópio</i> a duas amigas, Nícia e Chizu. Espero que eu tenha conseguido refletir respeitosamente um pouco de sua cultura e raízes, mesmo que com um saborzinho brasileiro.</p>\n\n[[Ir para "Que garoto estranho!!!! ..."| 8.\tQue garoto estranho!!!! Começa a nascer uma atração.]]\n\n[[Notas importantes|Nota importante]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]
Uma visita veio de longe. Excitação, novidades e uma provocação.\n\nRevelações inconvenientes. Olhares estrangeiros podem, também, perceber muito.\n\nDois trimestres tumultuados. Entre rechaços, aproximações e estudo.\n\nAcidentes acontecem... Oportunidades de ser herói e heroína.\n\nFinalmente, a coragem para se declarar. Desilusão e uma porta aberta.\n\nSeparados por uma pequena diferença de idade. Alívio ou conflito?\n\nUm momento difícil. O congelamento de um sonho.\n\nAbrem-se portas. Retomam-se sonhos.\n\nMudam-se caminhos. Reinventam-se relações.\n\nEstar para sempre ao seu lado. O fio que levou ao fim do labirinto.\n\nPais de novo. Nasce Kazumi.\n\nNão se combatem as forças da natureza. Uma vida de amor ameaçada.\n\nNossas vidas são como desenhos em um caleidoscópio. A recuperação de Yukiko.\n\nEpílogo. Fecha-se o círculo.\n\n\nIntertextualidades em Caleidoscópio\n\n[[<<Retorna à página anterior do Sumário|Sumário]]\n\n[[<<Voltar ao Início|Start]]
<b><h2>Notas importantes</h2></b>\n<ul type="square">\n<li>Antes que você comece a leitura, gostaria de explicar que os nomes dos personagens do romance estão apresentados segundo a estrutura da língua japonesa. Ou seja: primeiro aparecem os sobrenomes, depois os nomes. Sendo assim, nossos protagonistas, por exemplo, são os jovens: Nakamura Akira e Hayashi Yukiko. Ele, Akira, é o filho mais velho da família Nakamura; ela, Yukiko, a filha mais velha da família Hayashi.<br>Esta opção foi feita para ajudar a criar o clima do drama, nos aproximando um pouquinho mais da cultura e da língua japonesas. O mesmo explica a presença de várias palavras, em especial formas de tratamento e saudações, em japonês ao longo do texto. A única ressalva, aqui, é que foi usado o nosso alfabeto para representar a estrutura fonética desses vocábulos, não os silabários ou ideogramas próprios desse idioma.</li><br>\n<li>A língua japonesa tem vogais que soam mais longas e isso faz diferença em palavras que se escrevam igual e cuja única distinção seja entre uma vogal normal e outra longa. Por exemplo, é o que observamos entre <i>“obaasan”</i> (avó) e <i>“obasan”</i> (tia). Quando transpomos os caracteres japoneses (os silabários <i>hiragana</i> ou <i>katakana</i>) para nosso alfabeto (<i>rōmaji</i>) há formas distintas de marcar essa diferença. Uma delas, talvez a mais simples, é repetir a vogal que se pronuncia de forma mais longa. Foi o que se viu no exemplo anterior, o de <i>“obaasan”</i>. <br>Acontece que, no caso das palavras com “o” longo, o caractere do silabário japonês que se acrescenta à sílaba com a vogal longa é o equivalente ao “u”. Por isso, é comum vermos outra forma de representação com "ou", por exemplo, como em <i>“arigatou”</i> (obrigado). O problema é que isso não deve ser pronunciado como um ditongo “ou”, mas apenas como “oo”.<br>Numa terceira e última forma de representação, até para evitar a tendência errada de pronunciar “o” longo como “ou”, podemos usar um sinal sobre o “o” chamado <i>macron</i> (um tracinho horizontal sobre a vogal e que indica alongamento de sua pronúncia). Esta foi a nossa opção para representar o “o” longo em nossa história. Por isso, quando virem uma palavra como <i>otōsan</i> (pai), leiam <i>“otoosan”</i>, certo?!</li>\n<li>As fotos, vídeos e imagens presentes nos <i>links</i> do romance <i>Caleidoscópio</i> fazem parte desta obra hipertextual e multissemiótica e são, em geral, de minha criação. As imagens de adolescentes, típicas de <i>anime</i>, usadas na composição do <i>folder</i> e da ilustração de abertura, foram adquiridas, com licença plena de uso, na Unity Asset Store e editadas por mim para compor as imagens finais. Agradeço a W. Leite pela elaboração e cessão do vídeo do caleidoscópio, no <i>link</i> do penúltimo capítulo.</li></ul>\n[[Ir para "Que garoto estranho!!!! ..."| 8.\tQue garoto estranho!!!! Começa a nascer uma atração.]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]\n\n
<p><b><h2><i>Onigiri</i> de salmão... Que delícia!</h2></b></p><p>O <i>onigiri</i> é um bolinho de arroz muito consumido no Japão em merendas, piqueniques e lanches. Ele pode ser recheado, ou não. Os recheios mais comuns costumam ser salmão grelhado e desfiado em pedacinhos, podendo estar misturado com cebolinha picada bem fininha, <i>umeboshi</i> (ameixa japonesa em conserva, azedinha e salgada), atum. É muito popular, saboroso e de baixo custo!</p>\n <img src="imagens/2_onigiri.jpg" alt="Foto de dois onigiri num prato">\n<p><b>Ingredientes:</b></p><ul type="square"><li> 1 xícara e meia de arroz japonês (a quantidade pode ser maior ou menor, dependendo do número de pessoas, mas não rende muito)</li><li>2 xicaras de água</li><li>100 gr de salmão fresco</li><li>cebolinha</li><li>alga nori</li><li><i>furikake</i> (tempero seco japonês, com vários ingredientes, como gergelim, algas, flocos de peixe, flocos de legumes, usado para colocar sobre o arroz) (opcional)</li><li>Ajinomoto (opcional)</li></ul>\n[[>> Continua|Modo de fazer]]\n\n[[<< Retoma a leitura do capítulo|Cap. 8.1]]
<i><font size=+1>Cristina Vergnano</font></i>
<p><b>Modo de fazer:</b></p><p>Lave bem o arroz para tirar o excesso de goma. Deixe-o de molho por uns 10 minutos. Leve-o ao fogo baixo para cozinhar em água pura (sem tempero nenhum), por cerca de 15 a 20 minutos. Caso a água esteja secando, mas o arroz ainda esteja um pouco cru, acrescente mais água. Quando estiver cozido, reserve.</p><p>Tempere o salmão com um pouco de sal (ou com shoyo, se preferir), conforme seu paladar. Grelhe-o em um pouco de óleo, numa frigideira antiaderente e, depois, desfie. Reserve.</p><p>Pique um pouco de cebolinha em pedaços bem fininhos, misture ao salmão desfiado já frio e reserve</p><p>Depois de tudo pronto, pegue um punhado de arroz e coloque-o em sua palma da mão, como um bolinho. Nesse momento, pode misturar um pouquinho de Ajinomoto nele, se quiser. Uma boa dica é umedecer a mão com água salgada para o arroz não grudar e, também, dar uma leve temperada nele.</p><p>Faça um furo com o dedo no centro do bolinho de arroz cozido e coloque um punhadinho de salmão desfiado com cebolinhas picadas. Feche o seu bolinho de arroz (se for o caso, cubra o buraco com mais um punhadinho de arroz cozido).</p><p>Molde seu bolinho com as mãos. Ele, em geral, tem um formato triangular, mas pode ser redondo ou cilíndrico também.</p><p>Para finalizar, coloque uma tira retangular de alga nori pelo lado de fora do seu onigiri. Pode, também, polvilhá-lo com furikake.</p><p>Há forminhas próprias para moldar o onigiri, o que facilita bastante o trabalho. Neste caso, ao invés de colocar a porção de arroz na mão, basta colocá-la na forminha.</p><p>Sobre o furikake, ele pode, igualmente, ser misturado ao arroz antes de moldar os bolinhos. Depende do seu gosto. Também há onigiri que não usam furikake, como o da foto desta receita.</p>\n <img src="imagens/onigiri-mordido.jpg" alt="Um onigiri mordido, deixando ver o recheio de salmão.">\n\n[[<< Retoma a leitura do capítulo|Cap. 8.1]]\n[[<< Retorna à página anterior|Oba! Onigiri!]]
<p>Abanei forte a cabeça.</p><p>- Tsch! Coisa de aspirante a autora de <i>manga</i>! Por que tenho que supor que exista algo estranho naquele cara? De repente, está preocupado com os trabalhos e avaliações... De repente, está pensando numa namorada, ou na família...</p><p>Eu continuava divagando, em voz baixa, mas audível, [[com um <i><div class= "tooltip"> onigiri <span class= "tooltiptext"> Bolinho de arroz cozido, que pode ou não ter recheio, comum em merendas e marmitas japonesas. </span></div></i> parado entre meus dedos,|Oba! Onigiri!]] quando outro aluno entrou pela porta do terraço.</p><p>- O que é isso, Hayashi-<i>chan</i>? Falando sozinha??? Olha que mesmo para um membro do clube de <i>manga</i> e <i>anime</i> isso é bem estranho!</p><p>- Ah! Yamamoto-<i>kun</i>! – respondi ao me dar conta de sua presença. – Estou só pensando alto...</p><p>Não quis perguntar-lhe sobre o rapaz, nem dizer exatamente o quão intrigada me sentia com aquele personagem. Achei que pareceria tola, mais uma dessas garotas que ficam suspirando pelos cantos pelo príncipe encantado.</p><p>- Uhmmm... Ah, sim! Vim lhe chamar para conhecer o pessoal do clube. Podemos aproveitar o restinho do intervalo do almoço. Haverá uma reunião ainda esta semana e achei que você estaria interessada.</p><p>- Sim, sem dúvida... Vamos! – falei, engoli o final do meu <i>onigiri</i> e saí com ele.</p>[[>> Continua|Cap. 8.2]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 8.0]]\n
<b><h2>SUMÁRIO</h2></b>\n\n\n[[Início|Start]]\n\n"Palavras da autora"\n\nEra uma vez... uma introdução. A narradora se intromete na história.\n\nDespertando de uma longa noite. Aqui começa (?) a história.\n\nCafé da manhã em família... E ausência.\n\nNasce Akira. A chave para uma mudança.\n\nLindo brilho da aurora. A pequena Kemi-<i>chan</i> vem ao mundo.\n\nMudança de vida é pouco! Yukiko introduz sua versão da história.\n\nDesafios e enfrentamentos. Início da odisseia escolar em Tokyo.\n\n[[Que garoto estranho!!!! Começa a nascer uma atração.| 8.\tQue garoto estranho!!!! Começa a nascer uma atração.]]\n\nPrimeiras impressões de Nakamura-<i>kun</i>. Ela é uma garota irritante!|\n\nDifícil ignorar o que se insinua constantemente. Alguns incidentes que despertaram a mente de Nakamura-<i>kun</i> para Yukiko.\n\nNova mudança. O que já anda ruim pode ficar pior?\n\nNão é possível!!! Quando o destino nos prega a maior das peças...\n\nUm trimestre de tensão. Volta das férias de verão e a caminho da mudança.\n\nMudança e enfrentamento. Começa a aproximação de Akira e Yukiko.\n\n“O prego que se sobressai é o primeiro ser martelado”. Desvelando um pouco do misterioso Akira.\n\nEfeitos da mudança. Algo realmente está começando a se alterar.\n\n[[>> Continua|Sumário b]]\n